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Autismo e TDAH-Vamos salvar nossas crianças?

Uma conversa rápida sobre o autismo

Educação e outras reflexões-07/02/2018

Estudos sobre educação e inclusão 1ª parte 04/01/2018


NOVA VISÃO EDUCACIONAL
UM DESAFIO E UMA PROPOSTA PARA O EDUCADOR RESPONSÁVEL
Vamos começar logo com dois choques de realidade na educação de nosso país, um decorrente do outro:

Estamos classificados, atualmente, como o pior país do mundo em educação! Há, no máximo, dois ou três ainda piores que nós…
E nossas metodologias educacionais estão contribuindo, diariamente, para aumentar a exclusão social e, consequentemente, aumentar o número de pessoas medíocres e alimentar o efetivo dos exércitos do crime organizado.

É de suma importância, então, procurarmos novos caminhos que garantam a aprendizagem real de todos os alunos, em conjunto com a sua formação de caráter, mas não apenas de alguns, mas sim de todos, respeitando as suas diferenças cognitivas, comportamentais e emocionais, sejam elas quais forem.

O atual processo educacional tradicional realizado em uma escola, onde as aulas são dadas de acordo com o nível intelectual e capacidade cognitiva média dos alunos de uma determinada série escolar, pode até trazer resultados muito bons, mas apenas para um grupo seleto de alunos.

Que alunos são esses?

Aqueles que já vem de um histórico familiar de permanente apoio intelectual, exemplo em casa, estímulo à leitura, estímulo à pesquisa, ou aqueles que, apesar de não ter nada disso, conseguiram superar suas dificuldades de forma pessoal e se esforçaram para seguir adiante com muito esforço e muita força de vontade.

Os demais estarão em sala de aula apenas “para garantir presença”, enquanto não forem excluídos, e logo estarão se transformando em futuros párias sociais, uns acomodando-se à mediocridade, enquanto outros procurarão sucesso no mundo da criminalidade.

E não vamos nos enganar com instituições de ensino que dizem garantir o sucesso de todos, porque, na realidade, o que essas estão fazendo, é excluindo, desde os primeiros anos escolares, os alunos que, por algum motivo, não conseguem acompanhar o nível dos colegas.

Assim fazendo essas escolas ficam apenas com os alunos que nem de escola precisariam, para terem seu sucesso garantido…
Como mudar isso?

Primeiramente precisamos enxergar, claramente, que manter o método de ensino atual significa continuar a manter o atual processo de exclusão social e de contribuição para com a criminalidade.

Em seguida precisamos analisar se as nossas metodologias pessoais em sala de aula estão, também, contribuindo para esse triste resultado, ou se em nosso caso, já superamos essa fase e já podemos dizer que garantimos, para todos os nossos alunos, aprendizagem real e formação de caráter.

Para essa análise temos que ser bastante humildes, e evitar que os nossos fracassos sejam entendidos por nós como “problemas de falta ade educação doméstica”, falta de apoio do sistema educacional, falta de tecnologia em sala de aula, falta de verba, etc…

Todas essas faltas pesam, sim, é claro, e a batalha para que esses pontos sejam resolvidos, deve existir. Há necessidade de se exigir atuação dos Conselhos Tutelares, das secretarias de ação ou serviço social, das secretarias de educação e, inclusive, das secretarias de saúde, já que parte das dificuldades são provenientes de falta de tratamento ou acompanhamento médico adequado.

Mas essa batalha não pode eliminar a outra, que é a atuação imediata do professor em sala de aula, com os atuais meios que tiverem à sua disposição, enquanto outro grupo exige as providências externas à sala de aula.

Em sala de aula precisamos encontrar metodologias que, além de manter os alunos estimulados e esforçados em seu caminho, também consigam estimular os desestimulados, apoiar os que não têm apoio familiar, recuperar o caráter daqueles que já dão sinais de desvios de conduta, e assim por diante.

Bom lembrar que ainda estamos falando de alunos que não trazem nenhuma dificuldade neuropsíquica de aprendizagem, nem síndromes nem transtornos que dificultem a aprendizagem.

Ou seja: a preocupação com a inclusão, que ainda não é uma realidade para os alunos especiais, está mais longe ainda de ser realidade para alunos ditos normais, mas com desvios de conduta, desestímulo escolar, falta de ânimo, preguiça crônica, etc…

Vamos tentar entender como começar?

Já vimos que a diversidade de características encontradas entre os alunos é imensa!

Precisamos entender que isso é normal, ou seja, cada ser humano, por mais que ele seja semelhante aos demais, traz características só suas que, certamente, influenciarão a sua forma de percepção, processamento e conscientização do mundo à sua volta.

Algumas dessas características decorrentes da evolução social e antropológica, podem até trazer traços comuns, mas há muitas variantes na forma como cada pessoa sente e internaliza os mesmos fatos e os mesmos eventos.

E essas diferenças, mesmo entre as pessoas ditas “normais”, provocam diversas formas de percepção, entendimento, aprendizagem e elaboração.

Por isso que, em uma mesma família onde não exista apoio emocional dos pais, podemos ter um filho com tendência a desvios de conduta e outro com força de vontade para vencer e boa formação de caráter!

E quando, além dessas naturais diferenças, o ser humano traz consigo alguma dificuldade de ordem neuropsíquica, como os sintomas de síndromes, transtornos, deficiências e dificuldades intelectuais ou cognitivas, a construção da sua identidade e personalidade sofre influências maiores ainda.

O primeiro grande desafio, enfrentado por quem tem qualquer dificuldade, está relacionado à velocidade de aprendizagem, já que o sistema escolar está todo elaborado para que todos os alunos estejam no mesmo ritmo de leitura, de entendimento e de elaboração oral ou escrita, o que é um verdadeiro absurdo!

O segundo grande desafio é quando a sociedade não consegue perceber a violência simbólica sofrida por esses alunos e os trata com indiferença ou até com discriminação.

Esses alunos começam a sofrer essa violência, a partir do momento em que percebem as diferenças entre eles e seus colegas.
Essa violência simbólica, que muitas vezes se torna violência real, por meio de bullying realizado por colegas e até por professores, trabalha no sentido de baixar a sua autoestima, aumentando suas dificuldades e criando outras, que poderiam nem sequer existir.

Temos, então, que encontrar uma forma prática ideal para o exercício da docência, respeitando todas essas características.

Temos que criar metodologias que alcancem a todos, em uma mesma sala, estimulando-os a partir dos seus respectivos níveis de entendimento e de suas capacidades cognitivas.

Essas metodologias devem garantir que todos se sintam em processo de aprendizagem real, a todo momento, e que sintam que têm capacidade de aprender.

Essa sensação de ter capacidade de aprender é o que vai servir para a parte mais importante de todo o processo intelectual e emocional de cada pessoa, que é a elevação da sua autoestima.

A partir do momento em que a autoestima de uma pessoa se eleva, o seu próprio cérebro começa a trabalhar, incessantemente, de forma a eliminar todas as suas dificuldades, reduzir seus sintomas, e melhorar sua percepção, sua memória e seu raciocínio.

Só o próprio cérebro consegue fazer isso de forma eficiente, e ele só precisa de autoestima elevada.

Pronto: aí está o desafio!

Criar uma metodologia que alcance todos esses objetivos.

Tenho duas dicas:

Primeira: assistir ao filme “Escritores da Liberdade”

Segunda: participar da palestra sobre a “Metodologia IUPE de Dinâmica Grupal” no dia 18 de janeiro, das 8h às 12h, na sede do IUPE na Liberdade, em Salvador.

E, em seguida, preparar a sua própria metodologia, com base nesses dois exemplos e compartilhar conosco.

O que não podemos é ficar de braços cruzados vendo nosso país continuar como o pior do mundo em educação!

Intolerância e amizade


Oi amigos!
Já falamos de sentimentos e emoções, mas faltou falar de intolerância e amizade!
Todos vocês já devem ter lido postagens, nas redes sociais, mostrando “dicas” para que você identifique quais dos seus contatos devem ser excluídos, eliminados de seu grupo de amigos, por terem ideias absurdamente diferentes das suas!
Isso está tão comum que chega a incomodar!
Nas ruas, nas faculdades, nos movimentos sociais percebe-se, claramente, que sempre existe uma opinião dominante, em forma de consciência coletiva imposta, impedindo que qualquer pessoa que pense diferente possa se expressar.
Muitas vezes essas pessoas são até ameaçadas, simplesmente por pensarem diferente!
Vamos enfatizar: Ideias absurdamente diferentes das suas!
Interessante isso! Considerar que todos devem pensar exatamente igual a mim, é a melhor forma de eu me fechar em minha própria ignorância. Sim! Porque uma opinião sem possibilidade de evolução, é ignorância.
Porque é exatamente dessa forma que nunca teremos qualquer oportunidade para evoluir em pensamentos, ideias, opiniões, conhecimentos e tudo o mais!
Vejamos:
Se seu ciclo de amizades ficar restrito apenas as pessoas que conhecem exatamente o que você conhece, que entendem o que leem, exatamente como você entende, que emitem opiniões exatamente iguais às suas, que gostam exatamente das mesmas coisas que você, que torcem pelo mesmo time que você, que professam a mesma religião que você, que são seguidoras do mesmo partido político ou da mesma linha política que você, que acreditam no mesmo sistema de governo que você, e assim por diante, sabe o que vai acontecer com você?
Você estará se fechando, por decisão própria, dentro de uma caverna tão limitadora como a que Platão descreveu em suas obras!
Por isso que eu sempre insisto em relembrar o MITO DA CAVERNA!
Para evitar que as influências dos nossos amigos intolerantes nos levem a agir exatamente igual a eles.
Essas intolerâncias só nos levam a um caminho: o caminho de entrada na caverna, uma caverna da qual será praticamente impossível sairmos.
Já que não aceitaremos sequer conversar, quanto mais conviver, com amigos que, absurdamente, pensam de forma diferente daquela imposta pela caverna!
Vamos ignorar todos os amigos que, por algum motivo, conseguiram sair da caverna!
Por isso, amigos, peço que reflitam, mais uma vez, agora sobre intolerância e ignorância, já que uma leva à construção da outra!
Agora vamos pensar um pouco, cientificamente!
Cada pessoa tem a sua forma de raciocinar. Para que cada um de nós emita uma opinião, a mente vai buscar todas as informações que estão memorizadas, que são, na realidade, a nossa cultura, a nossa vivência, a nossa experiência de vida.
Tudo isso vai sendo gravado e arquivado em nossa memória, desde o nascimento. Algumas dessas informações já vem até de nascença.
E é claro que cada um de nós tem uma experiência de vida diferente, características culturais e de costumes diferentes, vivências diferentes, e tudo o mais.
Então será sempre muito difícil duas pessoas terem exatamente a mesma opinião ou elaborar o mesmo tipo de pensamento sobre alguma coisa, a menos que um queira agradar ao outro, ou que seja obrigado a concordar com o outro por algum motivo!
As informações que a mente usa para esses raciocínios são específicas para cada pessoa em cada cultura, em cada família e alteradas por influências as mais diversas.
Então o melhor caminho é refletir bastante sobre isso, é respeitar a opinião diferente e, principalmente, a opinião contrária à nossa, porque só procurando entender as razões pelas quais as pessoas têm opiniões diferentes, é que poderemos evoluir em nosso conhecimento, em nossa forma de ver o mundo e, em suma, em nossa sabedoria!
Meus amigos são meus amigos porque são meus amigos, mas não porque pensam igual a mim!
Tenho amigos que gostam do Bolsonaro! Tenho amigos que detestam Bolsonaro! Tenho amigos que acreditam em tudo o que Lula diz! Tenho amigos que consideram Lula o maior corrupto desse país!
Tenho amigos que não estão nem aí para Bolsonaro nem Lula, nem para político algum!
Tenho amigos que professam religiões como a católica, as protestantes, ou as espiritualistas. Tenho amigos que não acreditam em Deus. Tenho amigos que não estão nem aí para a existência ou não de Deus!
Tenho amigos que são socialistas, outros são capitalistas, outros são monarquistas, outros não estão nem aí para nada disso!
Tenho amigos que acreditam que a Terra é plana! Muitos até!!! Tenho outros amigos que acreditam que ela é redonda…
Tenho amigos que são homofóbicos, tenho amigos que são machistas, tenho amigas feministas, tenho amigos que não gostam de homossexuais, tenho amigos homossexuais e bissexuais.
Então, que fique claro:
Meus amigos têm as suas próprias personalidades, as suas próprias opiniões, as suas próprias formas de ser e de pensar, e nunca, jamais, precisarão fingir que concordam com as minhas.
Mas quem deseja selecionar amigos pela opinião, pode me excluir. Não posso fazer parte de gueto exclusivista.
Gosto de respeitar todas as ideias e formas de ser, por mais divergentes que possam parecer. Sempre aprendo mais com isso.
Mas…
Essa nada mais é do que a minha opinião…
Forte abraço, amigos!

COMPLEMENTO APÓS O RECEBIMENTO DE COMENTÁRIO DE AMIGOS:

Vou acrescentar um detalhe no texto, a partir da maravilhosa intervenção de um amigo:

Realmente somos levados a querer “consertar” opiniões que consideramos ridículas ou inaceitáveis, principalmente aquelas cientificamente incorretas para o nosso conhecimento científico atual.

Poderíamos incluir aí a ideias dos “terraplanistas”, por exemplo, e outras tantas, como as polêmicas em relação a ida do homem à Lua, a redução da população mundial pelos “Iluminatis”, a existência de um mundo espiritual onde todos estarão após a morte, a própria existência ou não de Deus, o criacionismo versus o evolucionismo e muitas outras.

Mas, por mais absurda que seja (PARA CADA UM DE NÓS) uma dessas idéias, não sou da opinião de que devam ser ridicularizadas, principalmente porque, mesmo em pleno século XXI, não acredito que tenhamos conhecimento suficiente para saber o que é certo nem o que é errado em nada disso! Apenas ACREDITAMOS que nosso modelo científico atual é muito mais correto do que os anteriores. Mas anteriormente todos os cientistas também achavam o mesmo do seu modelo e ridicularizavam os anteriores!

Lembro, por exemplo, que em 1976 participei de um debate numa universidade em Melbourne onde se discutiam ideias absurdas emitidas pelos “visionários” filósofos gregos, entre eles Aristóteles e sua ideia sobre o coração como elemento principal da personalidade humana.

Hoje, mais de 40 anos depois, o HearthMath Institute e mais alguns ouotros Centros de Neurociências estão no caminho de comprovar Aristóteles e, além disso, dar um verdadeiro nó na mente das pessoas que precisam de transplante de coração! Já que o coração parece ser a pessoa, e não o corpo e o cérebro! Ou seja: onde está a ideia ridícula aí? Em Aristóteles ou nos cientistas do HearthMath Institute e demais institutos de neurociência?

Por isso, minha opinião (MINHA, QUE PODE SER COMBATIDA À VONTADE) é a seguinte:
Se uma elaboração de uma opinião contraria completamente a minha forma de ver aquele assunto, eu não só respeito a pessoa que a elabora, mas também procuro respeitar a própria opinião, no sentido de entender e compreender todas as premissas que levaram aquela pessoa a elaborar tal ideia que, para mim, pode ser ridícula.

Assim fazendo, em vez de simplesmente ignorar por achar absurda, eu poderei tentar encontrar as premissas incorretas utilizadas por esse indivíduo e, assim, poderei tentar convencê-lo a achar as premissas certas e mudar sua opinião.

Mas, mais importante ainda: Eu poderei encontrar, em seus argumentos, premissas que eu nem sequer sabia da sua existência, e com isso poderei atualizar meus conceitos em relação aquele opinião.

Ou seja: Para mim todas as opiniões, por mais absurdas que seja, foram elaboradas em premissas que podem estar incorretas ou não, e assim, analisando e consertando as premissas (educando o pensador), poderemos convencê-lo mais facilmente de seus erros.

Mas para isso temos que compreender a sua forma de pensar e isso, para mim, só se consegue, respeitando as opiniões até que sejam encontrados os erros de argumentação.

FORTE ABRAÇO!

É hora de refletir sobre sentimentos e emoções


Oi amigos!
Vim falar hoje de sentimentos e emoções. É rápido! E tem que ser mesmo, para que dê tempo de todos aproveitarem esse momento para refletir sobre a responsabilidade que temos, mesmo que de forma inconsciente, de gerar algum tipo de sentimento ou emoção que baixe a autoestima de alguma pessoa querida, uma pessoa amada, ou simplesmente um amigo!
É muito mais fácil, para qualquer um de nós, ficar triste ou sentido com uma palavra ou uma atitude de um amigo, ou até mesmo pela falta de uma palavra ou de uma atitude desse amigo.
Mas não é tão fácil percebermos quando essa palavra ou atitude ou, como eu disse, até mesmo a falta de uma palavra ou atitude, for de nossa parte!
E há momentos, como na passagem de ano, por exemplo, em que nossa mente insiste em fazer um retrospecto e, quando esses sentimentos estão presentes, sua influência emocional passa a ser muito mais forte do que em qualquer outra época do ano.
São os perigosos momentos provocadores de estados depressivos que, se não forem combatidos, poderão se transformar em depressão mesmo!
Vamos primeiro ver como geramos essas emoções depressivas, para depois ver como consertar o estrago feito?
A forma de gerarmos, no outro, o sentimento de tristeza, abandono ou decepção, é muito simples: basta não sermos totalmente sinceros em nossos relacionamentos afetivos.
Em um relacionamento afetivo, seja de namorados, ou mesmo, simplesmente entre amigos, é comum o receio de confessar que o seu sentimento não é tão forte como o que você recebe.
Mas pior ainda é quando você simula reciprocidade, forçando uma aparência emocional que não existe, pelo menos não no mesmo nível do outro.
Nesse caso você alimenta a esperança de uma relação mais profunda, mas que na realidade só existe, de verdade, na mente do outro, e não na sua.
O exercício da sinceridade em qualquer tipo de relacionamento deve ser treinado, não ao ponto de ser indelicado ou grosseiro, mas de uma forma equilibrada, para que a amizade continue forte e sincera, mas evitando a alimentação de expectativas maiores que não serão verdadeiras de uma das partes.
Bem! Essa é a forma como, mesmo inconscientemente, podemos gerar esse sentimento de tristeza, decepção ou até estado depressivo, em uma pessoa muito amiga.
E como consertar o estrago feito?
A forma mais eficaz é o encontro pessoal, a conversa presencial ou, se a distância impedir, uma ligação telefônica, em um momento em que ambos possam estar livres para conversar abertamente e, aos poucos, irem demonstrando o nível de afeto verdadeiro e assim evitar um mal maior.
O momento é esse! É agora! Não devemos deixar para depois. A falta de uma atitude nesse sentido provocará ressentimentos.
E o ressentimento é um dos maiores venenos para a nossa mente e, consequentemente, para nosso organismo.
Pense bastante. Reflita sobre suas atitudes e, principalmente, sobre a falta delas! Coloque-se no lugar do outro e imagine o que o outro pode estar sentindo.
Ligue e converse.
Elimine qualquer possibilidade de ressentimentos futuros!
Forte abraço, amigos! Sejam muito felizes!

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