Dificuldade de Aprendizagem e a Exclusão Camuflada

Angústia e reconstrução da vida

Um dos sentimentos mais presentes na vida moderna é a angústia, levando as pessoas a frequentes estados de tristeza e, muitas vezes, ao mergulho depressivo.

Quais serão os motivos que levam as pessoas a caírem nesse estado?
Como evitar essa queda?

E, melhor ainda: como reverter esse estado negativo em estado positivo de reconstrução da própria vida, e descoberta do sentido da sua existência?

Vamos procurar analisar a partir de um pensador meio polêmico, que foi Heidegger.

Esse cara, embora seja muito contestado pelas suas atitudes ligadas ao regime
nazista, pode nos ajudar muito devido as suas reflexões publicadas em “Ser e Tempo”.

Quem leu essa obra poderá recordar esses trechos que vou utilizar nas nossas análises.

Vamos à primeira parte da obra, que ele define como sendo o estudo da “Existência Inautêntica” do ser, e que nos explica muita coisa relacionada às nossas tristezas, ansiedades e angústias.

Quando ele analisa a vida cotidiana, o que mais vem à tona são três momentos muito interessantes, na visão dele, que são a FACTICIDADE, a EXISTENCIALIDADE e a RUÍNA:

Vamos à Facticidade

A facticidade pode ser entendida como a surpresa nossa ao chegar a um mundo que não escolhemos e sem que tenhamos, sequer, expressado vontade alguma de estar aqui.

Essa é a visão particular de Heidegger, contrariando algumas crenças espiritualistas.

Mas, cientificamente, pelo menos por enquanto, a realidade é que viemos para cá sem que alguém nos desse qualquer outra opção.

A facticidade já seria um elemento de existência inautêntica, podendo ser incompatível com nosso EU interior.

Depois vem a Existencialidade

Essa, diferente do existencialismo de Sartre, pode ser entendida como a necessidade permanente do homem de conquistar, ou de “se apropriar” das coisas do mundo, desejando incorporar, à sua existência, algo a mais, algo além dele mesmo.

Essa necessidade o leva a precisar ter mais do que tem, ser mais do que é, o que acaba refletindo na necessidade de precisar ser reconhecido no que faz, ter reciprocidade em seus sentimentos pelos outros, ou seja, se sentir importante para o mundo, podendo chegar ao estado de narcisismo ou ao egocentrismo.

O homem constrói, como objetivo principal, a apropriação de todas essas coisas e sentimentos, o que justificaria a sua existência nesse mundo.

E, por fim, a ruína

A ruína é um processo decorrente da acomodação à vida cotidiana, tornando o homem um escravo da rotina, da consciência coletiva e do envolvimento com problemas e preocupações decorrentes do fato de sua vida ter sido reduzida à vida com os outros e para os outros.

O ser humano se torna promiscuamente público e se desvia do seu projeto essencial, que deveria ser a tarefa de se tornar ele mesmo!

Ele! O conquistador do mundo à sua volta e senhor da sua existencialidade! Tudo isso é perdido devido a esse desvio provocado pelo cotidiano.

A ruína é, então, a demonstração clara de que há toda uma existência inautêntica do ser, construindo o sentimento natural de angústia!

A Angústia

Mas é a partir da angústia que o homem se volta para dentro dele mesmo, observando os “cacos”, ou pedaços que sobraram da sua existência equivocada.

Nesse mergulho interior, provocado pela falta total de ânimo e de motivação, resultante da constatação de que ele se perdeu de sua essência, é que surge a oportunidade de ele começar a juntar seus pedaços e se encontrar com a totalidade do seu ser.

No encontro dessa totalidade ele começa a construir a sua existência autêntica, independentemente do mundo à sua volta, das obrigações sociais, das rotinas, das acomodações e de preocupações criadas por uma cultura de massa.

A angústia, então, que poderia ser um sinal fatalista, passa a ser um elemento impulsionador de sua reconstrução, agora, entretanto, a partir da sua própria verdade interior, uma verdade descoberta a partir da destruição da máscara social que tomava conta de todo o seu EU anterior.

Sua reconstrução, o mergulho interior

A prática da reconstrução tem início na constatação de que, não é o elemento externo que importa, mas sim o elemento interno – a sua verdade interior – e o fortalecimento de tudo o que significa o seu ser autêntico.

Esse mergulho precisa ser de identificação das suas verdades mais profundas, de seus sentimentos mais verdadeiros, de constatação de seus valores e suas virtudes pessoais, da construção de um amor por você mesmo, da satisfação de ser, de estar vivo, se se sentir autêntico, pelo menos com você mesmo!

Mas nesse mergulho esteja sob total controle de sua angústia, agora positiva, realizando exercícios com a musculatura zigomática, que é fazer caretas e massagens faciais de vez em quando, ou sempre que a angústia tentar desviar para a tristeza profunda.

Assim, soma e psique, ou seja, seu corpo e sua mente, começam a ser construídos e fortalecidos a partir da junção dos pedaços que sobraram da existência anterior.

A reconstrução – o soma (corpo)

O soma, o corpo, a estrutura orgânica, precisa estar nutrido corretamente, tanto para o fortalecimento dele mesmo, como para dar suporte ao funcionamento da estrutura neuronal que desenvolve a psique.

Vem, então, o consumo frequente de água, a alimentação balanceada, o cuidado com as intolerâncias e alergias alimentares, e o prazer de saber que a escolha correta do que consumimos, resulta na garantia de uma estrutura saudável. Somos aquilo que comemos.

A reconstrução – a psique (a mente)

Essa nutrição correta estimula o funcionamento perfeito do sistema nervoso como um todo, especialmente as redes neurais controladoras da psique, permitindo a geração e liberação equilibrada, de todos os neurotransmissores, principalmente os responsáveis pelo equilíbrio emocional, disposição, motivação e entusiasmo, que são a serotonina, a dopamina e a noradrenalina.

Mas para que a psique esteja perfeita, além da nutrição adequada, há necessidade de se libertar dos estresses sociais e pessoais.

Os maiores motivadores desses estresses são os problemas pessoais e profissionais a serem enfrentados, o excesso de tempo em qualquer atividade, mesmo prazerosa, e o atual carro chefe de todos eles, que é o excesso de exposição às redes sociais e jogos pela internet.

Jogos e redes sociais, basta limitar tempo e horários.

Atividades diversas basta controlar tempo máximo para cada uma delas.

Problemas, analise se pode resolvê-los. Se puder, resolva logo. Se não puder, respeite-o, mas deixe-o do lado de fora da sua mente.

Já ouvi essa frase algumas vezes, e ela é muito válida: “Um barco não afunda devido a água que está do lado de fora, mas sim devido a água que deixamos que entre nele. ”

No mais, respeite os sinais do organismo.

Sinais do corpo mostram a necessidade de dormir, descansar e reduzir atividades.
Respeite-os. Nada de forçar a natureza.

Sinais da psique surgem em sonhos frequentes com temas repetitivos. É sinal de que há algum sinal de neurose que deve ser verificado. Se não houver meios de procurar um analista, escreva seus sonhos, com todos os seus detalhes, todos os dias, e leia-os sempre. Sua própria mente estará trabalhando para reduzir a energia dessa possível neurose.

E pronto!

Vá em frente, transformado a angústia, que antes era negativa, em um elemento positivo de reconstrução de vida e entendimento mais profundo do verdadeiro sentido da sua existência.

Síndrome amotivacional com Roberto Andersen em IUPE Educação

Pode parecer que estar sem disposição para fazer as coisas é algo normal, mas, na realidade, pode ser um indício de algo que precise de uma atenção especial.

Pode estar havendo uma alteração no equilíbrio dos neurotransmissores, por exemplo. Esse equilíbrio é básico para nosso estado emocional como um todo!

Os neurotransmissores mais ligados à motivação são a dopamina e a noradrenalina.

A dopamina, por sua vez, além da motivação em conjunto com a noradrenalina, se liga também ao prazer e a iniciativa, logo, nossa preocupação mais imediata passa a ser a elevação dos níveis de dopamina.

Então, se o que sentimos é falta de disposição, falta de ânimo ou falta de motivação, vamos partir para a elevação dos níveis de dopamina, até que nosso estado emocional esteja todo equilibrado novamente.

O que precisamos, então, é saber quais as dicas para provocar a elevação desses níveis.

Há muitos estudos sobre isso, mas como nossa preocupação não é com trabalho acadêmico, e sim com a prática do dia-a-dia, vamos a síntese de tudo o que já chegou a nós sobre isso, envolvendo cinco áreas principais, que são:

Alimentação, atividade física, meditação, uso do sistema de recompensa cerebral e redução do estresse.

A todo momento que estivermos buscando cumprir cada uma das dicas, é importante estarmos atentos à elevação da autoestima!

E isso deve ser feito tanto pelo reconhecimento positivo de tudo o que você tem, como também de tudo o que você é, iniciando pela satisfação de estar vivo.

Essa parte é importante porque o efeito psicossomático é primordial para a saúde do nosso corpo e da nossa mente.

Mas vamos às dicas:

Alimentação

A nutrição correta é primordial para possibilitar a produção equilibrada de todos os neurotransmissores.

Mas, além disso, vamos dar importância a alguns que são mais ligados à dopamina e aos melhores métodos para a absorção dos nutrientes.

Coma frutas entre as refeições. Há uma divulgação pela internet que o ideal é comer frutas de estômago vazio. Não sei se é verdade. Sei que frutas são importantes. Se comer entre as refeições estará se alimentando corretamente e, se essa história de estômago vazio tiver algum sentido, estaremos cumprindo essa parte também.

Após as refeições só bebida quente, tipo chá, por exemplo. Nunca bebida gelada.

Isso já é um conhecimento antigo na Rússia. Eles também recomendam nunca beber água gelada, mas essa parte ainda é muito polêmica. Eu não bebo água gelada. Me acostumei assim e acho a água natural deliciosa!

E, inclua em sua dieta, sempre que possível:

Chá verde
Gérmen de trigo
Farinha de aveia
Ovos
Beterraba
Iogurtes, coalhadas e outros probióticos

Atividade Física

Sempre se soube que as atividades físicas provocam a neurogênese, melhorando o fluxo de nutrientes para o cérebro.

Mas, além disso, essas atividades provocam o aumento dos níveis basais de dopamina, provocando o crescimento de novos receptores nos neurônios.

Novos receptores significam maior tráfego sináptico, ou seja, maior intercomunicação entre todos os nossos neurônios, o que significa muito mais eficácia nas nossas atividades cerebrais.

Além da dopamina, os exercícios aumentam também os níveis da serotonina e noradrenalina, que são exatamente os três mais importantes neurotransmissores responsáveis pelo equilíbrio emocional.

Então, o recomendado é que se faça meia hora diária de atividade física, que pode ser uma caminhada com alongamento, por exemplo. Eu faço mais do que isso, mas em dias alternados. Todos os dias faço apenas um alongamento completo.

Meditação

A meditação regular aumenta os níveis de dopamina e, por isso, melhora a atenção e a capacidade de concentração.

Use qualquer processo de meditação ou mentalização ou concentração de forma que você esteja ligado a você mesmo.

Quem for religioso, como eu, pode aproveitar para juntar a meditação, ou mentalização, às suas orações de rotina.

Alguns efeitos desse processo, como o acréscimo considerável na espessura da massa cinzenta cerebral, foram observados por meio de ressonância magnética.

Ou seja: funciona mesmo!

Eu faço isso diariamente assim que acordo. Levo mais ou menos uma meia hora. E me sinto muito bem o dia todo!

Uso do sistema de recompensa cerebral

Nosso sistema de recompensa cerebral atua no sentido de provocar sentimentos de muita satisfação emocional, aumentando os níveis da dopamina.

Para isso ocorrer precisamos planejar, buscar e realizar coisas que provoquem satisfações, por menores que sejam, já que são elas que ativam os circuitos dopaminérgicos.

Esse planejamento pode ser, por exemplo:

Criar metas diárias, de curto prazo, que você possa realizar e ficar satisfeito com isso.

Transformar suas metas de longo prazo em várias metas intermediárias de curto prazo, para ter a dopamina estimulada todo o tempo.

E essas metas podem ser:

Uma aventura diferente, encontrar uma especiaria para comer, provocar um abraço amoroso em um amigo, criar um programa de atividades físicas, etc.

Para quem já assistiu ao filme “Sociedade dos Poetas Mortos”, a recomendação do professor para seus alunos foi uma forma bastante interessante de se cumprir essa parte.

Ele disse “Carpe Diem”!

No fundo esse termo mostra que devemos aproveitar cada momento da nossa vida como se ele fosse o mais importante de toda a nossa existência, focando apenas no momento presente e sentindo o prazer daquele instante, aproveitando cada segundo dessa relação entre nós e o ambiente, as pessoas presentes, o momento, o espaço e o tempo!

É a criação instantânea de uma meta imediata! A de sentir prazer naquele momento, naquela relação com o mundo, naquela sensação de estar presente em nossa própria vida!

Faço isso sempre!

Redução do estresse

Planeje seu dia e sua noite sem estresses, da seguinte forma:

Redes sociais – o ideal é planejar horários fixos para acessar as redes e respeitar tal planejamento. Seus amigos dirão que voc~e os deixou no vácuo…

Acostume seus amigos a respeitar seus “vácuos”! Mostre que não são vácuos! São momentos em que você está se tornando melhor ainda e fazendo crescer seu amor interior, para poder compartilhar, depois, com eles!

Jogos eletrônicos, exposição ao computador, jogos pelo celular, etc. – planejar horário para isso, com limitação de tempo (uma hora de cada vez).

E planeje seus intervalos para fazer algo mecânico, crie algum hobbie, alguma pintura para fazer, algum desenho, alguma poesia a escrever com papel e caneta, ou um passeio lá fora…

Sono – planeje seu sono para estar dormindo antes da meia noite, sempre que possível, e programe a sua hora de acordar.

O momento do sono é o momento mais importante para a nossa mente, já que é o momento em que ela vai trabalhar, incessantemente, para reorganizar todas as nossas redes neurais e recuperar a energia de todas as células do corpo!

Prepare-se, antes, para esse período tão importante para a vida!

Elimine as interferências externas ao sono desligando todos os equipamentos (TV, computador, etc.) pelo menos meia hora antes de dormir. O processo de sono é um processo eletromagnético que, se sofrer interferências, nunca será tão perfeito.

Deixe o celular em outro cômodo da casa. A proximidade dele prejudica seu processo de recuperação cerebral. O celular é um grande vilão! Acredito que ele seja um dos principais responsáveis pela intolerância social tão comum hoje nas ruas! Ele estressa nossas redes neurais!

Pronto!

Vimos a alimentação, atividade física, meditação, uso do sistema de recompensa cerebral e redução do estresse.

E vimos também que todas as dicas devem sempre estar acompanhadas da elevação da nossa autoestima! Tudo deve ser feito visando o prazer de fazer, o prazer do momento, o prazer da relação para com o ambiente, as pessoas e as atitudes, ou seja, o prazer de ser você mesmo!

Alergia Alimentar com Roberto Andersen em IUPE Educação

Amigos,

A Alergia Alimentar, embora ainda seja desprezada por muitos profissionais de medicina, é hoje um dos problemas que mais cresce no mundo!

Essas alergias afetam, principalmente, crianças e adolescentes com T.E.A. (Transtorno de Espectro Autista) e com T.D.A.H (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade).

O profissional médico mais preparado para o entendimento desse assunto em crianças e em adolescentes é o pediatra com especialização em gastrenterologista, imunopatologia e nutrição, significando uma preparação de aproximadamente nove anos de estudos, que é um investimento difícil de ser realizado.

Para tratar dessa alergia no TEA e no TDAH há necessidade de, inicialmente, realizar exames de intolerância alimentar para, depois dos resultados, elaborar dietas específicas, sem os elementos considerados “não toleráveis” pelo organismo daquele paciente.

Mas como o tratamento inicial consiste, basicamente, em dietas específicas, sem a necessidade imediata de prescrição de medicamentos, surge uma grande dificuldade:

Não há qualquer interesse, por parte da indústria farmacêutica, em financiar tais pesquisas, nem de apresentar tais trabalhos em seus congressos, já que o tratamento não inclui prescrição de medicamentos, não trazendo, para ela, qualquer retorno financeiro;

Devido a isso as fontes de financiamento ficam mais escassas e a divulgação dos resultados das pesquisas ficam restritos a congressos financiados exclusivamente por universidades e poder público, mesmo assim, se não estiverem influenciados pela indústria farmacêutica.

Devido a essa característica de tratamento sem medicamentos, percebemos que as próprias universidades sofrem pressão das indústrias farmacêuticas, claramente contrárias a tais divulgações, para que tais estudos sejam considerados irrelevantes ou sem comprovação científica confiável.

Para combater essas alegações da máfia dos medicamentos, eu alerto que, só o cientista médico Aderbal Sabrá, brasileiro livre-docente e doutor em pediatria, pós-doutor em gastrenterologia e pós-doutor em imunologia, só ele, já tem mais de vinte trabalhos sobre o assunto, que são comprovações científicas sérias, publicadas nas principais revistas científicas mundiais.

Seu livro “Manual de Alergia Alimentar”, ensina aos demais médicos cada detalhe de seus estudos. A obra foi publicada pela Editora Rubio.

E para reforçar mais ainda o caminho das comprovações, William Shaw, cientista médico americano, reuniu, para cada assunto de seus estudos, vinte a trinta comprovações científicas já publicadas nas principais revistas de divulgação científica do mundo.

Sua obra, Tratamentos Biológicos do Autismo e TDAH mostra todos esses detalhes.

Dizer, então, que o tratamento biológico do TEA e do TDAH é terapia não comprovada cientificamente é, no mínimo, uma prova de analfabetismo científico provocado pela falta total de estudos sobre o assunto, ou tem alguma outra intenção ainda menos nobre.

Vamos ver, então, de que forma poderemos tentar reduzir esse crescente avanço na alergia alimentar em todo o mundo.

Aleitamento materno exclusivo

O ponto básico para que se tente reduzir essa incidência alarmante é pelo incentivo ao aleitamento materno exclusivo, até que a criança alcance seus oito meses de idade, pelo menos.

Toda criança nasce com predisposição a ser alérgica. É durante o aleitamento materno exclusivo, nesses oito meses, que ocorre a conversão dessa predisposição, reduzindo bastante essa tendência, ou até a eliminando.

Excesso de higiene

Outra situação que estimula a alergia é a higiene exagerada, iniciando pelo parto cesariana, que elimina o primeiro contato do bebê com os líquidos do tubo vaginal, que formariam a primeira flora intestinal rica em probióticos.

Sendo cesariana não há essa formação da maneira natural. E ainda pode piorar mais, quando os pais começam a dar, ao bebê, fórmulas esterilizadas, sob recomendações de amigos, parentes, etc…

Antibióticos e antiácidos

O uso indiscriminado de antibióticos, para tratamento de todo tipo de infecção respiratória, assim como de antiácidos, para problemas no trato digestivo, também colabora, negativamente, para a formação da flora intestinal, ou seja, a criança perde toda a proteção natural que a flora bem formada daria.

Para concluir recomendo que os pais, ao suspeitarem de alguma característica do filho que possa ser confundida com autismo ou TDAH, que procure um pediatra que esteja atualizado no conhecimento gastrenterológico, imunopatológico e nutricional, ou que, pelo menos, tenha conhecimento do trabalho de Aderbal Sabrá, cujo livro foi escrito exatamente para orientar os médicos que não completaram seu ciclo de formação completo em relação ao autismo e TDAH.

Momento de Educação com Roberto Andersen – Aluno não aprende e não tem laudo

Importante deixar claro que a escola ou os professores podem exigir um laudo médico à família, com a finalidade de tomar conhecimento de alguma doença, transtorno ou síndrome que precise de atenção especial em relação à sua saúde, como por exemplo: saber se o aluno toma remédio controlado para evitar estado agressivo ou descontrole psíquico, se costuma apresentar problemas de convulsão ou outros, que possam trazer perigo a ele mesmo ou aos seus colegas.

Quanto a necessidade de o aluno precisar ser acompanhado de forma especial para fins de aprendizagem, o que constitui o AEE, essa análise e essa decisão, ficam exclusivamente por conta da escola e de seus profissionais ligados à educação, sem necessidade de qualquer laudo médico.

Segue a Nota Técnica do MEC relativa a isso:

NOTA TÉCNICA Nº 04/ 2014/ MEC/ SECADI/ DPEE de 23/01/2014:

(…)Neste liame não se pode considerar imprescindível a apresentação de laudo médico (diagnóstico clínico) por parte do aluno com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação, uma vez que o AEE caracteriza-se por atendimento pedagógico e não clínico. Durante o estudo de caso, primeira etapa da elaboração do Plano de AEE, se for necessário, o professor do AEE, poderá articular-se com profissionais da área da saúde, tornando-se o laudo médico, neste caso, um documento anexo ao Plano de AEE.
Por isso, não se trata de documento obrigatório, mas, complementar, quando a escola julgar necessário.
O importante é que o direito das pessoas com deficiência à educação não poderá ser cerceado pela exigência de laudo médico.
A exigência de diagnóstico clínico dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação, para declará-lo, no Censo Escolar, público alvo da educação especial e, por conseguinte, garantir-lhes o atendimento de suas especificidades educacionais, denotaria imposição de barreiras ao seu acesso aos sistemas de ensino, configurando-se em discriminação e cerceamento de direito(…)

IUPE Educação – Aprendizagem Real

IUPE EDUCAÇÃO – Objetivos da educação


É pelo correto entendimento dos objetivos da educação que vão surgir as metodologias mais eficazes e todos os demais processos necessários à construção da igualdade social.

II Seminário de Educação Especial Inclusiva e Direitos Humanos – Passo Fundo – RS

Interpretação e aplicação da Lei Brasileira de Inclusão

Vamos conversar, hoje, sobre a interpretação correta de uma parte da Lei Brasileira de Inclusão, para ver se eliminamos algumas dúvidas.

1º ponto – o que é considerado “deficiência” pela Lei?

O Art. 2º diz claramente que:

“(…)considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas(…)”

Então, analisando os tipos de impedimentos:

“(…) de natureza física(…)”:

Dificuldade de locomoção, de controle motor da fala, de comando motor da escrita e outros.

“(…) de natureza mental(…)”:

Atraso mental leve, moderado ou grave refletindo em idade mental diferente da cronológica.

“(…) de natureza intelectual(…)”:

Mesmo sem atraso mental, dificuldade de entendimento de alguma disciplina, por algum tipo de bloqueio, cujas causas podem ser emocionais ou psíquicas, provenientes de educação equivocada, comparações na infância ou traumas por abusos físicos ou sexuais.

“(…) de natureza sensorial(…)”:

Dificuldades diversas relacionadas aos elementos sensores como visão, audição, tato, paladar, olfato e mais quaisquer sensores não conhecidos pela ciência biológica.

2º ponto – quem analisa e define se existem essas deficiências, segundo a Lei?

“(…) a avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar(…)”

O “quando necessária” está dizendo claramente que nem sempre haverá necessidade de alguém para fazer tal avaliação, já que há situações em que a dificuldade de aprendizagem está mais do que clara para todos!

Mas, “quando necessário”, a escola deverá escolher alguém que entenda da dificuldade do aluno, por isso a Lei diz “biopsicossocial”, ou seja, profissionais que entendam das características das dificuldades desse aluno, entre as relatadas na própria Lei, que são:

“(…) impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo(…)”

“(…) fatores socioambientais, psicológicos e pessoais(…)”

“(…) limitação no desempenho de atividades(…)”

“(…) restrição de participação(…)”

A competência no entendimento dessas “características impeditivas da aprendizagem” não é do médico, isso é importante deixar bem claro, mas sim dos profissionais de pedagogia, que são:

Pedagogo

Psicopedagogo

Neuropedagogo

A escola, então, para considerar um aluno como cliente do Atendimento Educacional Especializado, pode solicitar a análise e o relatório de algum ou alguns desses profissionais, que são os que detém a necessária competência em relação ao processo pedagógico de aprendizagem.

Não está aí incluído nenhuma especialidade médica, já que a competência médica é necessária para atendimento clínico, mas nunca para atendimento pedagógico.

3º ponto – por que os técnicos do MEC estão exigindo Relatório Médico, se ele não é necessário, para que um aluno seja matriculado no AEE?

Infelizmente há técnicos ligados ao MEC que não têm conhecimento das normas do próprio MEC ou não souberam interpretá-las corretamente.

Por causa dessa dificuldade de interpretar as leis é que o próprio MEC publicou a Nota Técnica 04/2014/MEC/SECADI/DPEE de 23/01/2014, que tenta deixar bem claro que laudo médico é para tratamento clínico e não para acompanhamento pedagógico!

Entre outras coisas a Nota Técnica diz que:

NT-“(…) o AEE caracteriza-se por atendimento pedagógico e não clínico(…)”

A competência do médico é para realizar o atendimento clínico.

Para o atendimento pedagógico a competência é do pedagogo, ou do psicopedagogo e ou do neuropedagogo.

E então, devido a essas diferentes competências:

NT-“(…) o direito das pessoas com deficiência à educação não poderá ser cerceado pela exigência de laudo médico(…)”

E, para deixar bem claro que exigir LAUDO MÉDICO é um absurdo e ilegal, a NOTA TÉCNICA ainda diz que:

NT-“(…) a exigência de diagnóstico clínico dos estudantes com deficiências (…) configura-se em discriminação e cerceamento de direito(…)”

Acredito que não haja mais dúvidas sobre isso!

4º ponto – o que o professor deve fazer durante a aula, quando em sua sala existe um aluno com dificuldade de aprendizagem?

O Art. 27 da Lei diz que é obrigatório assegurar o:

“(…) sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem(…)”

Então está claro que a explicação do assunto da aula, a tarefa a ser realizada durante a aula, a tarefa passada para casa e a avaliação deverá ser realizada de forma a alcançar o “(…)máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem(…)”.

Vamos criar uma situação para análise?

Sala de aula 8º ano. Aula de matemática. Assunto potenciação. Aluno com idade mental abaixo da idade cronológica e nível intelectual equivalente ao 2º ano.

Se o professor der uma aula expositiva sobre potenciação, no nível do 8º ano, o que acontecerá com o aluno especial, cujo intelecto está no nível do 2º ano?

Opção a) Ele ficará super satisfeito em estar em uma sala onde o professor fala uma linguagem que ele não entende e mais satisfeito ainda quando vê que seus colegas entendem tudo e ele não entende nada. Ele elevará a sua autoestima e assim ele se sentirá animado para sempre tentar aprender coisas impossíveis e estranhas ao seu conhecimento. Com essa autoestima elevada o seu cérebro estará sempre trabalhando a seu favor e ajudando a reduzir os sintomas de dificuldade de aprendizagem.

Opção b) Ele ficará triste e desanimado em estar em uma sala onde o professor fala uma linguagem que ele não entende e mais triste e desanimado ainda quando vê que seus colegas entendem tudo e ele não entende nada. Ele vai reduzir a sua autoestima e assim ele se sentirá desanimado porque sabe que vai ter que sempre tentar aprender coisas impossíveis e estranhas ao seu conhecimento. Com isso, baixa a sua autoestima e o seu cérebro estará sempre trabalhando contra ele mesmo e aumentando ainda mais os sintomas de dificuldade de aprendizagem.

É óbvio que a resposta certa é a opção b!

Ou seja: esse procedimento do professor está totalmente contrário à determinação legal do Art. 27, já que dar esse tipo de aula, onde há um aluno especial, não está ajudando a obter o “(…)máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem(…)”.

O que esse professor está tentando fazer é fingir que não está percebendo que o aluno especial não está entendendo nada, deixa-lo isolado em um canto da sala, ignorar o fato de ele não entender as tarefas, de ele não realizar os trabalhos para casa e de ele tirar zero nas avaliações e, ao final do ano, lançar zero em seu boletim e, nas observações colocar: aprovado por ser aluno especial!

Esse professor, além de estar em desacordo completo com o Art. 27 da Lei, está conseguindo baixar ainda mais a autoestima desse aluno, o que vai fazer com que o aluno se sinta cada vez mais inferior em relação aos seus colegas e à sociedade, desistindo de estudar e desistindo de viver socialmente.

Esse professor estará decretando a infelicidade desse aluno!

5º ponto – qual a função de cada profissional, em uma escola, quando temos alunos de inclusão matriculados?

Para não estender muito a nossa conversa de hoje, leiam o nosso artigo ou assistam ao vídeo “Educação inclusiva e os cinco passos básicos da coordenação”, no qual eu especifico a verdadeira função de cada um, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão que é a que nós estamos discutindo.

Maconha: Como reverter os sintomas do uso continuado

Olá, amigos,

A nossa conversa hoje é em resposta a meus amigos que foram levados ao consumo frequente da maconha, uns por carência afetiva, outros por pura curiosidade, ou por modismo, e que, agora, estão preocupados com os sintomas que surgiram.

É bom deixar claro que essa conversa não serve para quem nada quer saber sobre sua saúde orgânica nem mental, e que prefere continuar “curtindo” seu baseado.

Ou seja: para quem prefere acreditar que o consumo da maconha não faz nenhum mal ao organismo, nem assista ao vídeo e nem leia o artigo.

Nossa conversa é para quem está consciente dos prejuízos em seu organismo, ou no de algum amigo, e que quer se livrar deles, ou ajudar um amigo a isso, para que seja possível voltar a ter uma vida normal, com todos os prazeres, sem necessidade de aditivos.

Antes de mais nada, saibam que nunca é tarde para dar a volta por cima e reconstruir toda essa estrutura mental que foi alterada pela droga.

Lógico que o organismo de cada um é diferente, o que significa que o tempo de recuperação não é padrão para todos.

Mas o mais importante é querer voltar a ter uma vida normal, com suas motivações
naturais, seus sentimentos e emoções funcionando normalmente, podendo voltar a ser uma pessoa satisfeita para com a vida.

Tudo começa com a criação daquela força de vontade que pode ter sido esgotada aos poucos.

Nada é impossível. Apenas não crie expectativas de resultados imediatos. Os resultados virão aos poucos, mas de forma definitiva.

Vamos saber primeiro onde ocorreram os prejuízos?

 

Tudo começa nos neurônios, são quase cem bilhões na nossa cabeça.

Eles são células especializadas, responsáveis por todo o trabalho do nosso cérebro.

Para tudo na nossa mente e no nosso organismo funcionar, os neurônios precisam estar em constante comunicação entre eles por meio das suas antenas.

Aí está a figura de um deles.

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Uma das suas antenas chamadas de dendritos recebem informações de milhares de outros neurônios nas proximidades.

Essas antenas chamadas de axônios são as que transmitem informações para milhares de outros neurônios.

Essa comunicação entre eles é por meio de descargas elétricas e por liberação de substâncias químicas.

As substâncias químicas, que são chamadas de neurotransmissores, são as principais responsáveis pela nossa emoção, nosso sentimento e nossas motivações.

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Nessa figura você vê as vesículas cheias de bolinhas que são as substâncias químicas neurotransmissoras.

Abaixo é a figura de uma vesícula liberando essas substâncias.

No receptor do outro neurônio, são recebidas as substâncias liberadas.

Esses neurotransmissores são os que permitem que a gente sinta alegria, tristeza, raiva, medo, disposição, indisposição, vontade, falta de vontade, e assim por diante.

Entre essas substâncias estão: dopamina, serotonina, adrenalina, etc.

Quando nós ingerimos drogas de forma continuada, sejam elas lícitas, como álcool e medicamentos, ou sejam ilícitas, como a maconha, cocaína e outras, o nosso organismo detecta que existem substâncias a mais do que as que precisariam ser liberadas e começa a reagir contra isso.

A depender das características do nosso organismo, essas reações podem ser lentas ou rápidas, mas sempre acabam reduzindo a produção dos neurotransmissores naturais, coisa que vai fazer falta mais tarde.

Em alguns casos o organismo começa a criar uma rejeição a essas drogas externas,
fazendo com que elas percam o efeito.

Em outros casos podem surgir reações fatais, como AVC precoce, ou sintomas diversos, como já comentamos nos vídeos anteriores sobre esses assuntos.

A mais comum é a síndrome amotivacional, uma crise de falta de vontade para tudo, desânimo para com a vida, sentimento de incapacidade de raciocínio, e desmotivação até para o sexo.

Qual o caminho a seguir?

Lógico que, para quem tem possibilidade de investir em um tratamento de recuperação, há clínicas especializadas nisso. Há até tratamento online, como o oferecido pela http://www.sossobriedade.com.br/terapia-online

Mas para quem não pode arcar com esses custos, vamos a três dicas simples, mas importantes, que podem ajudar bastante nessa recuperação.

É importante se livrar dos pensamentos sabotadores, que são aqueles que surgem “do nada”, apenas para desanimar a gente a iniciar qualquer atitude de mudança radical em nossa vida! Livre-se deles!

Então vamos lá:

Cada uma dessas metas precisa que seja cumprida com prazer, ou seja, que seja descoberto o prazer em cada atitude, em cada momento, em cada trabalho, em cada estudo, em cada planejamento.

As três dicas são: 1ª – alimentação e água; 2ª – rotina e metas; 3ª – comunicação intrapessoal.

Vamos a 1ª – alimentação e água

Beba água frequentemente. Embora refrigerantes e sucos contenham água, o importante é reservar espaço para água pura.

Invista em uma alimentação de qualidade, para que o organismo, incluindo o cérebro, se fortaleça aos poucos, para dar suporte a uma nova fase de energias e motivações que marcarão o seu retorno à normalidade.

Faça um bom planejamento em que estejam incluídos todos os tipos de frutas, legumes, verduras, ovos, etc. O ideal é buscar a ajuda de um nutricionista.

Mas o mais importante: alimente-se e beba água com prazer. Para isso procure colocar em seus pratos o seu tempero favorito e curta suas refeições.

2ª – rotina e metas

Escreva a sua rotina diária e analise. Veja o que precisa manter, o que pode eliminar e o que pode mudar.

Nesse planejamento coloque um momento para fazer algo que você gosta muito. Se alguma coisa que você goste muito não possa ser feito diariamente, programe de forma semanal, ou duas ou três vezes por semana. Mas é importante que as coisas que você curta estejam sempre em seu planejamento.

Crie uma meta para cada dia e assim você vai criando o seu objetivo de vida. Mas se você já tiver um objetivo de vida, crie suas metas diárias visando a realização desse objetivo.

Crie horários fixos para ter acesso as redes sociais, jogos eletrônicos etc., para evitar que eles dominem seu dia e criem a angústia da falta de tempo ou da falta de produtividade.

Inclua, nessa rotina, atividades físicas regulares, sem exageros que possam fazer você desistir delas. Escolha caminhada em um dia, musculação em outro, natação ou aeróbica no terceiro, numa sequência leve, mas prazerosa, que trará energia e vitalidade, com certeza.

3ª – comunicação intrapessoal

Essa é a parte mais importante, e é a que vai voltar a ligar você a você mesmo!

Nada de criar expectativas de resultados imediatos, porque isso só traz angústias e atrapalha tudo!

Está sendo constatado, todos os dias, que a nossa mente trabalha incessantemente tentando corrigir todas as anomalias em nosso organismo.

Não há, absolutamente, limites, para essa atuação terapêutica que é realizada por nós mesmos.

Então, basta seguir as orientações para elevar a sua autoestima a cada momento de sua vida, que sua mente estará trabalhando a seu favor, e nunca mais contra você.

Ela produzirá toda a medicação necessária à sua recuperação (os neurotransmissores), e com uma imensa vantagem em relação às prescrições médicas:

As substâncias químicas geradas pelo seu organismo não trazem qualquer tipo de efeito colateral, nem produzem dependência alguma!

E para que isso ocorra com mais facilidade e com maior rapidez, nossa atuação deve ser, em primeiro lugar, não atrapalhar esse processo natural, que seria, por exemplo, criar ou dar atenção, a pensamentos negativos ou sabotadores.

Não queira esquecer os pensamentos negativos nem os problemas! Isso porque, no momento em que queremos esquecer de alguma coisa que nos faz mal, aí é que nossa mente faz esse pensamento ficar ainda mais forte!

Deixe-os lá! Apenas comece a dar mais atenção ao que é bom, que é a recomendação que vem agora, em segundo lugar:

Comece a identificar seus valores, suas virtudes, seus pontos positivos, seus bons relacionamentos, ou seja: tudo o que há de bom em sua vida e que, por causa dos problemas, você está esquecendo deles.

Aprenda a gostar de você. Na realidade, a amar você!

Dedique um momento de seu dia para apreciar você, iniciando pela maravilhosa e prazerosa arte de respirar, mas imaginando que é a força de seu coração que está trazendo o ar para os pulmões e expelindo ele de volta. Sinta isso com prazer.

Em outro momento, bem relaxado, procure sentir a vibração de todas as células de seu corpo.

Quando elas começarem a vibrar, sinta isso como um momento de prazer.

Aos poucos você perceberá que até as células neurais, ou seja, os neurônios do seu cérebro, parecem estar vibrando junto!

Juntando esses dois exercícios com as recomendações 1 e 2 que dei no início, pode ter certeza de que seu organismo, sozinho, mesmo sem ajuda externa alguma, vai começar a se recuperar totalmente, um pouco a cada dia.

E o mais importante é que, além de se recuperar, você estará construindo um novo EU, ou seja, uma nova personalidade, mais segura em relação a você mesmo, e pronta para passar a viver uma vida de satisfação, sucesso e felicidade.

Assista, também, ao meu vídeo: Reflexões sobre o Sentido da Vida.

Lá eu dou mais algumas dicas sobre isso.

Assista o vídeo, leia o artigo, e reflita. Qualquer dúvida entre em contato comigo e vamos trabalhar, juntos, nessa recuperação total!
Breve você será outro!

É isso, amigos!

Forte abraço!
Sejam muito felizes!

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