Educação inclusiva 04 – relato de caso


Relato de caso:

Menino de 11 anos com maturidade de 7 anos, diagnosticado com uma espécie de estenose pulmonar. Fez correção cirúrgica e passou a apresentar comportamento agitado. Pelos resultados de exames de ressonância apresenta lesão no lobo temporal esquerdo.

O maior desafio que apresenta hoje é não querer estar na escola por se sentir excluído e ser dependente em quase tudo.

Vamos a análise e às sugestões:

Tenha seu filho o que tiver, a determinação legal da realização da educação inclusiva tem que ser cumprida pela escola.

Esse cumprimento significa, em primeiro lugar, prover o desenvolvimento intelectual da criança a partir do seu nível de entendimento e, em segundo lugar, prover a sua socialização com colegas de mesma faixa etária.

A única preocupação que os pais devem ter antes de exigirem a matrícula e o respectivo atendimento é tratar a inquietação excessiva e, principalmente, a agressividade, se houver.

Isso é para evitar prejuízos físicos e prevenir acidentes graves tanto para ele mesmo como para seus colegas.

Embora a legislação não diga que o aluno especial só deve estar em sala de aula se estiver com a agressividade controlada, sabemos que isso é necessário.

Até mesmo porque, embora a escola não possa recusá-lo, os pais dos demais podem processar os pais do incluído, por todas as lesões causadas pela agressividade descontrolada de seu filho.

Algumas sugestões para isso estão em meu artigo e vídeo sobre agressividade, já publicado anteriormente.

Agora vamos a análise do que fazer em relação ao seu filho:

Alguns procedimentos podem ser realizados em casa e outros devem ser realizados na escola, mas para isso a escola e, principalmente, os professores, precisam ter a boa vontade e dedicação para essa realização.

Se a escola não tem esse tipo de profissional, não haverá progresso para a criança e ela será apenas “depositada” em uma sala de aula e, no máximo, “acolhida” pelos professores e colegas, mas nunca desenvolvida nem incluída.

Tendo 11 anos de idade ela deveria iniciar seu acompanhamento em uma turma do 5º ano, embora essa turma seja de alunos com 10 anos, mas para que facilite o processo inicial de educação inclusiva real.

Isso porque no 6º ano, por já ser uma série de Ensino Fundamental II, aumenta o número de disciplinas e professores, o que significa que é muito mais difícil convencê-los, a todos, a serem educadores inclusivos.

Conseguindo uma escola que o aceite com boa vontade para a educação inclusiva real, é bom conversar com a coordenação e com os professores para relatar as características de seu filho e sinta se eles estão mesmo interessados em ajudar seu desenvolvimento e sua socialização.

Se não sentir essa disposição, mude de escola!

Professores acomodados ao tradicional só atrapalham o desenvolvimento da criança especial e ainda contribuem para baixar ainda mais a sua autoestima, provocando o desejo de não ir mais para a escola, por se sentir excluído e incapaz.

Numa escola que coordenação e professores se mostrem interessados em ajudar o aluno, basta acompanhar o processo e conversar frequentemente com toda a equipe, tanto para analisar o que está sendo feito, como para ver o que você pode fazer em casa para que seu desenvolvimento seja mais eficaz.

O procedimento para os professores tem sido abordado em vários artigos e vídeos meus, já publicados.

Vamos agora ao que pode ser feito em casa:

Você deve sempre analisar quais as habilidades de seu filho, ou até testar quais seriam elas, para estimular esse desenvolvimento.

Todos na família devem estar atentos ao aparecimento de alguma habilidade mais específica, porque isso é importante.

Sempre que a criança fizer qualquer coisa, seja mecânica, seja intelectual, os familiares devem estar preparados para gostarem e ficarem alegres com sua realização.

O reconhecimento é parte importante para o seu desenvolvimento como um todo, porque eleva a sua autoestima e facilita todo o trabalho de sua própria mente.

Nosso cérebro está sempre se esforçando para curar todas as nossas doenças e eliminar todas as nossas dificuldades. Só precisamos dar a ele essa oportunidade. E essa oportunidade surge quando a autoestima está elevada.

Outra necessidade é que sejam feitos, em casa, estímulos de todos os seus elementos sensores, mesmo que só pareça haver lesão no processamento do som, que é o lobo temporal.

Como todos os elementos sensores interagem entre si, estimular um deles significa estar alcançando um pouco do outro também.

Esses estímulos devem ser feitos como brincadeiras com imagens (formas, cores, movimentos), com sons (vendar os olhos para ele identificar e onde vem os sons, etc.), massagens corporais (para trazer calma, afetividade e paz), exercícios de identificação de objetos pelo tato (olhos vendados ou mão dentro de um saco), olfato (aroma de diferentes flores), paladar (provar alimentos com diferentes sabores) e muito mais. Tudo depende da criatividade de quem está com ele.

A depender das características cerebrais da criança, os exercícios podem deixa-lo cansado. Devemos sempre estar atentos a isso para que ele nunca exagere ao ponto de chegar ao estresse.

O mais importante de tudo é que todos, na família, estejam atentos às suas habilidades e reconhecendo cada avanço que ele tiver.

Todos devem ser alertados para NUNCA chamar a atenção para suas dificuldades, já que não é com as dificuldades que conseguiremos ajuda-lo a nada!

Só podemos ajuda-lo a partir daquilo que ele entende, daquilo que ele pode fazer e daquilo que nós conseguimos estimulá-lo a desejar fazer.

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Agressividade no autismo, TDAH e outros transtornos


Ainda sobre educação inclusiva, a pergunta que mais recebi nessa última semana foi sobre alunos especiais muito agressivos, que quebram tudo e batem em todos os seus colegas, sem qualquer autocontrole.

Alguns deles têm T.E.A. (Transtorno de espectro Autista), outros tem T.D.A.H (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade), além de TDO (Transtorno Desafiador de Oposição) e TC (Transtorno de Conduta).

É verdade que, pela legislação atual, toda escola é obrigada a receber esses alunos, mesmo que as consequências de sua agressividade em relação aos colegas sejam muito ruins e, por vezes, até muito perigosas.

Agressões podem trazer consequências graves à saúde e à psique dos demais alunos da turma.

Ainda existe o problema de os pais dos colegas deles quererem processar a instituição, pelas agressões que seus filhos certamente sofrerão diariamente!

Então, o que podemos fazer? Rejeitar é ilegal!

O que tenho observado é que os colégios, quando não encontram uma desculpa para rejeitá-los, deixam esse aluno em sala apenas enquanto ele está tranquilo, mas, ao começar sua fase impulsiva e agressiva, o aluno é levado para alguma sala especial, para evitar problemas com colegas e professores.

Mas não tenho encontrado, nesses colégios, orientação adequada aos pais para que seus filhos deixem de ser agressivos. Na maioria das vezes até exigem que o menino esteja tomando alguma medicação para ficar “dopado”…

Ou seja: preocupação ZERO para com o aluno. O foco está apenas em não prejudicar os seus colegas de classe…

Enquanto isso não ocorre, o simples cumprimento da legislação significa que:

– a escola é apenas um depósito temporário, para manter os pais desses alunos, livres de seu filho durante o período das aulas;

– o aluno é um ser indomável que deve ser contido para evitar prejuízo físicos e psicológicos aos colegas e professores;

Temos que mudar essa realidade! Se não mudarmos a inclusão será, simplesmente, uma enganação!

Ponto básico:

Eliminar a agressividade descontrolada, para que ele possa se desenvolver intelectual e emocionalmente e que possa, também, se socializar.

Como fazer isso?

Identificar, primeiro, se a agressividade é inerente a problemas educacionais e influência familiar ou se está ligado a alguma síndrome ou algum transtorno.

Se o histórico familiar mostrar psicopatia nos pais, uso de drogas, maternidade adolescente, pais separados, ou qualquer tipo de educação equivocada, o caminho tem que ser iniciado com um processo de orientação parental.

Vários autores em psiquiatria infantil têm relatado casos de agressividade em alunos, em que é observada uma clara relação com todos esses problemas visto no histórico familiar.

Falta de imposição de limites ou falta de afeto familiar são dois elementos frequentes nos casos de agressividade descontrolada.

Mas, se o problema estiver vinculado a transtornos neuropsíquicos, como autismo, TDAH e outros, então há dois caminhos.

Um, o dos medicamentos controlados, cheio de efeitos colaterais e prejuízos à saúde da criança; e o outro, o tratamento pela nutrição.

Vamos ao dos medicamentos:

Não há, ainda, medicamento algum para reduzir sintomas de agressividade do autismo nem do TDAH. Mas os médicos, sob pressão dos pais, acabam prescrevendo medicamentos para reduzir agressividade em outras patologias, como o Haloperidol, Lítio, Carbamazepina, Clonidina e outros que, embora reduzam a agressividade, trazem efeitos colaterais inconvenientes e perigosos para o correto desenvolvimento da criança.

Esse caminho é um caminho quase sem volta, já que prejudica o desenvolvimento cerebral normal da criança.

Vamos, então, ao nutricional, que embora tenha resultados mais lentos e necessite de um acompanhamento rigoroso e dedicado, é o único que não traz efeitos colaterais.

A grande vantagem de se optar por esse caminho é que assim estaremos deixando o organismo da criança se consertar por si mesmo, gerando suas próprias substâncias e com muito mais assertividade que qualquer tratamento químico!

Antes de mais nada: Somos o que comemos e o que bebemos! Isso é fato!

Procure um médico que indique a realização de testes de ácidos orgânicos, para avaliar erros inatos no metabolismo e teste coprológico funcional com cultura para cândida. Isso ajudará a direcionar o processo nutricional adequado. Um teste de intolerância alimentar ajuda também.

Agora procure um nutricionista ou médico nutrólogo, para verificar o que deve ser eliminado da dieta diária da criança.

É comum termos que eliminar da dieta:

Glicose – Açúcar refinado e farinhas brancas – Glutamato monossódico – Aspartame – Corantes – Glúten – Soja – Caseína

Por que essa eliminação? O que cada elemento desses traz de negativo ao organismo da criança? A medicina psiquiátrica ortossistêmica mostra os efeitos negativos no consumo de todos esses elementos.

Glicose:

Ela ajuda o crescimento da Cândida Albicans. A Cândida é um fungo inimigo que produz várias toxinas. Uma delas, a Arabinose, bloqueia o ATP (Trifosfato de adenosina) que estaria sendo naturalmente gerado pelo organismo. Esse ATP bloqueado não produz mais o GABA (Ácido gama-aminobutírico) que, por sua vez, estaria servindo para melhorar a atenção da criança e reduzir sua impulsividade.

Com Cândida, então, não tem ATP. Sem ATP não tem GABA. Sem GABA a criança fica desatenta, impulsiva e agressiva!

Outras toxinas produzidas pela Cândida Albicans podem infectar o pâncreas, que acaba perdendo a sua capacidade enzimática de quebrar as proteínas do glúten, da caseína e da soja.

Essas proteínas, que deveriam estar sendo quebradas pela ação do pâncreas, acabam sendo absorvidas pelo organismo e, além de causar dependência na criança, vão provocar:

Excitação excessiva – distúrbios de aprendizagem – dificuldade de fala – agressividade – estereotipia – birras – e outros problemas.

Açúcar refinado e farinhas brancas:

Esses, quando consumidos em excesso, provocam o estresse oxidativo, que inflama e destrói células cerebrais responsáveis pela fabricação do GABA. Mais uma vez sem GABA a criança fica desatenta e impulsiva!

Glutamato monossódico (Ajinomoto) e Aspartame:

Estimula a impulsividade, inquietação e mal estar. Quanto ao glutamato monossódico, embora a FDA americana tenha divulgado inicialmente que ele não faz mal algum ao organismo, já voltou atrás, depois de constatados diversos casos patológicos ligados a tal consumo.

Corantes:

Além de serem altamente alergênicos, provocam a impulsividade. Um deles, o Tartrazina (corante amarelo), inibe a vitamina B6 (Piridoxina). Essa vitamina inibida é a que iria produzir a serotonina (neurotransmissor do bem-estar e da tranquilidade) e o GABA.

Mais uma vez sem GABA, o que significa mais impulsividade, mais desatenção e mais agressividade!

Então já sabemos que devemos tirar da dieta, mas sempre sob orientação médica ou nutricional, os seguintes elementos:

Glúten – Soja – Caseína – Glicose – Açúcar refinado – Farinhas brancas – Glutamato monossódico – Aspartame – Corantes.

Fazendo isso já estaremos iniciando o trabalho mais importante para o organismo, que é o equilíbrio da flora intestinal, mas ainda precisamos nos acostumar a dar muito probiótico, ou seja, muitos lactobacilos, para essas crianças!

E também evitar, a todo custo, os inimigos da flora intestinal, que são os antobióticos orais e os antiinflamatórios. Infelizmente a pediatria atual exagera nos antiobióticos e antiinflamatórios, deixando a criança com uma flora intestinal totalmente desprotegida.

Os antibióticos eliminam as bactérias benéficas ao organismo e o que sobra são aquelas que fazem muito mal, como o Clostridium Difficile, por exemplo, provocando o aumento dos sintomas autistas, o déficit de atenção, a hiperatividade e a agresssividade!

O tratamento nutricional deve ser todo acompanhado por um nutricionista, que vai analisar a inserção na dieta de alguns outros elementos, como:

Alho – óleo de orégano -óleo de cravo – óleo de melaleuca – echinácea e, em alguns casos, a glutamina.

A glutamina, que é usada como suplemento muscular para atletas, é fonte de energia para o intestino, diminuindo a incidência da Cândida e reduzindo o número e colônias infectadas.

Dá trabalho? Sim! Dá muito mais trabalho do que tomar medicamentos controlados. Mas é um tratamento sem efeitos colaterais e que só faz melhorar a saúde como um todo, incluindo a saúde psíquica, que é fundamental.

Peço a todos os médicos e nutricionistas que estejam realizando esse maravilhoso trabalho de tratamento pela nutrição, que entrem em contato com o IUPE, para que possamos encaminhar os pais dessas crianças, que tanto precisam desse acompanhamento.

Nosso e-mail: robertoandersen@gmail.com
Nosso whatsapp ou telegrama: (71) 9-9913-5956
Nosso blog: robertoandersen.blogspot.com
Nosso portal: http://www.iupe.org.br

Nossos três livros já publicados podem ser adquiridos clicando na foto que está no portal ou no blog.

Forte abraço
Até nosso próximo encontro

Referências importantes:
Dr Aderbal Sabrá da Cesgranrio – Pediatra – Nutrólogo – autor de “Manual da Alergia Alimentar”
Dr Juarez Callegaro – Psiquiatra Ortossistêmico – autor de “Mente Criativa – a aventura do cérebro bem nutrido”
Dr Helion Póvoa – “Nutrição cerebral”
Dra Jaqueline Araújo – nutricionista no Rio de Janeiro

Estudo de caso: autista oito (8) anos – acompanhamento


Estudo de caso: autista, 8 anos, grau leve e com sintomas de TDAH.

Ele usou Ritalina 10mg, durante 1 ano, mas não adiantou. Ficou ainda mais agitado, mais inquieto e muito desatento.

Prescrito o Concerta 18mg. Ficou mais concentrado na escola, mas volta toda a inquietação assim que o efeito do remédio passa.

Ele tenta ser obediente e tenta conter a impulsividade, mas não consegue fica muito triste com isso.

Ele faz Terapia comportamental com uma neuropsicóloga e fonoaudióloga. Já fez terapia ocupacional mas teve alta.

Existe algum método alternativo, algum esporte ou alguma terapia para melhorar a situação?

Uma resposta:

Embora muitos médicos sejam céticos e levem muito tempo para acreditar que a alimentação é parte importantíssima do tratamento do autista, …sugiro que leve seu filho, urgentemente, para fazer um teste de intolerância alimentar para, em seguida, …iniciar uma dieta com base nos resultados desse exame.

Os grandes laboratórios farmacêuticos tentam fazer uma grande propaganda contra esse tipo de tratamento. A própria Globo, atendendo a interesses de laboratórios farmacêuticos seus anunciantes, …preparou um combate a essa dieta feito de forma sutil pelo Dr Dráusio Varela, em um especial sobre o autismo.

Os estudos sobre essa dieta são mundiais. No Brasil temos o Dr Aderbal Sabrá, hoje na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, …pós-doutor em Alergia Alimentar, com trabalhos publicados mundialmente, e que mostram a eficácia do Tratamento Biomédico do Autismo e TDAH.

Aqui no Brasil, assim como nos EUA, o Metilfenidato (Ritalina e Concerta) são prescritos exageradamente, …significando um dos mais lucrativos mercados para esses laboratórios, já que não se pensa em qualquer outra opção.

Sugiro entrar no grupo do facebook “Tratamento do Autismo”, coordenado pela Doutora Jaqueline Araújo, que tem uma filha autista.

Veja os livros de receita sem glúten e sem caseína, escritos por Cláudia Marcelino, para começar a dar a seu filho uma vida mais normal, e reduzindo bastante todos esses seus sintomas.

Então vamos às providências:

1. INTOLERÂNCIA ALIMENTAR:

Procurar um laboratório que faça o exame de intolerância alimentar.

Aqui em Salvador existe a Clínica Superar, (71) 2132-7619.

Pode pedir informações, também, com o Sr Luiz Dias (71) 3362-5310.

Ele é o representante do Laboratório Great Plains, que é dirigido pelo Dr William Shaw, uma das maiores autoridades nesse tipo de tratamento. Ambos têm filhos ou parentes autistas.

2. DIETA SEM GLÚTEN E CASEÍNA:

Em seguida, procurar um médico gastroenterologista ou um médico nutrólogo ou uma nutricionista, para iniciar o processo de alimentação controlada (dieta sem glúten, caseína, etc.).

O autista e o TDAH precisam, na maioria dos casos, eliminar de sua alimentação: leveduras, açúcar refinado, refrigerantes, corantes, conservantes, glúten, caseína, lactose e soja.

3. CONSUMO DE PROBIÓTICOS:

Perguntar ao nutricionista qual o melhor tipo de probiótico e em qual quantidade diária Daniel deverá consumir.

O probiótico vai melhorar a qualidade da sua flora intestinal e servirá como proteção contra proteínas que não devem ser absorvidas pelo organismo.

Todo cuidado deve ser tomado para manter essa proteção porque o autista tem maior permeabilidade na mucosa intestinal, facilitando a passagem de macromoléculas de origem protéica, que são prejudiciais ao seu cérebro.

4. TRATAMENTO DA CANDIDÍASE

Esse mesmo profissional poderá mandar fazer exames para verificar se seu filho está com infecção pela cândida.

Havendo a candidíase, deve-se planejar o seu tratamento imediatamente.

Esse tratamento é normalmente um pouco demorado e essa infecção é uma das coisas que mais atrapalha o desenvolvimento do autista e a redução de seus sintomas.

Nos primeiros dias desse tratamento os médicos alertam que os sintomas parecem piorar um pouco, assustando os pais, mas em seguida tem início a melhora.

5. ATIVIDADES FÍSICAS

Sempre seguindo orientação dos terapeutas, é importante que a criança esteja praticando atividades físicas para manter o corpo saudável e, consequentemente, manter o cérebro ativo.

As mais recomendadas para os que apresentam sintomas de hiperatividade são natação, principalmente e atletismo. Jogos em quadra devem ser, preferencialmente, aqueles que alongam, como volei, por exemplo.

O futebol, que é a preferência das crianças, é um jogo que aumenta a agressividade e irritabilidade do jogador. Se não puder ser evitado, deve haver alongamentos antes e depois das partidas jogadas.

OBSERVAÇÃO:

Para sua informação, já está havendo algum progresso no entendimento do autismo e, naturalmente, no caminho para sua cura.

O Dr Alysson Muotri, brasileiro, da Faculdade de Medicina da Universidade da California, já conseguiu identificar meios para a cura da Síndrome de Rett desde 2010, mas como os efeitos colaterais ainda são muito ruins, ele continua suas pesquisas em busca de melhores soluções.

A Dra. Karina Griesi Oliveira, do Hospital Albert Einstein, já encontrou uma forma de alterar o gene TRPC6, que seria causador de algumas formas de autismo, utilizando a hiperflorina, mas seus estudos ainda estão sendo testados por outros pesquisadores.

IUPE Educação – Educação inclusiva: inclusão ou aprendizagem?


Por que tanta polêmica com a educação inclusiva?
Será que todos estamos entendendo o que queremos?
Ou será que estamos embarcando numa canoa que sequer sabemos para onde ela vai nos levar?
Temos objetivos verdadeiros? Objetivos responsáveis? Sabemos quais os objetivos reais que o sistema está impondo? Já analisamos o problema dos alunos especiais para entender quais seriam os objetivos mais necessários?
Vamos, então, deixar de UTOPIA, e analisar o que realmente é necessário! E a partir do que é necessário, vamos analisar de que forma isso pode ser feito!
Antigamente a sociedade não dava a menor importância às crianças especiais. Basta lembrar do Complexo de Esparta, conforme relatei no nosso último artigo e vídeo.
Quando esse desprezo começou a ser visto como negativo, ou “politicamente incorreto”, surgiram as instituições que mal serviam para o seu acolhimento.
Algumas só os acolhiam mesmo! Na realidade era uma verdadeira segregação!
Outras, mais humanizadas, desenvolveram técnicas e metodologias para possibilitar o seu desenvolvimento intelectual e emocional.
Algumas delas chegaram até a conseguir bons resultados, apresentando progressos no desenvolvimento das habilidades dessas crianças. Muitas dessas crianças, ao se tornarem adultas, eram encaminhadas ao mercado de trabalho sem grandes problemas, exceto a discriminação nesses ambientes, como ainda existe até hoje.
Essa dificuldade no relacionamento social mostrou a necessidade de se trabalhar, também, além do desenvolvimento dessas habilidades, da sua inclusão social, para que todos se acostumassem com essa nova realidade: a da eliminação da discriminação.
Surgiu, então, a febre da Educação Inclusiva, determinando que todas essas crianças devem estar matriculadas em escolas regulares, para que seja realizado o processo de inclusão escolar, visando facilitar a inclusão social futura.
Com isso essas crianças deixam de ser atendidas por essas instituições, onde já havia muita gente preparada para o entendimento de suas características neuropsicocognitivas, e entram em um ambiente em que os professores só conhecem a realidade do aluno regular.
E a partir daí começam os mal-entendidos e quem sai prejudicado é, claro, o aluno especial, além, lógico, serem também prejudicados os seus colegas da turma regular!
Então, vamos analisar o problema que surgiu a partir da obrigação desses alunos especiais estarem em escola regular:
Para desenvolver o intelecto, o emocional e o cognitivo desses alunos com mais facilidade, precisaríamos que ele fosse matriculado numa turma de alunos de mesmo nível intelectual e cognitivo.
Isso é, no mínimo, inconveniente! A diferença de idade pode trazer complicações no relacionamento entre alunos, principalmente devido a diferença de fases de desenvolvimento da libido.
Nenhum pai de aluna de 7 anos vai querer que na sala dela tenha um aluno especial de 14 anos, já com os hormônios em plena explosão!
Mas para matriculá-lo numa turma com idade cronológica compatível com a dele, que seria a outra opção, encontramos um outro desafio:
Precisaremos de professores bem preparados e que:
1. Se dediquem a gostar desse aluno e procurar identificar a forma como eles entendem o mundo e ao próprio professor;
2. Tenham o carisma necessário à conquista emocional desse aluno;
3. Se esforcem para entender a forma de esse aluno se expressar;
4. Procurem entender as necessidades emocionais desse aluno;
5. Desenvolvam meios de identificar quaisquer habilidades desse aluno, ou seja, o seu talento;
6. Criem meios de estimular esse talento, visando o seu desenvolvimento e elevando a sua autoestima;
7. De dediquem ao aluno visando entusiasmá-lo rumo à sua autossuficiência.
E para promover a sua inclusão social, iniciando com a inclusão escolar, matriculando-o em uma sala regular, precisamos de professores que:
1. Estejam preparados para adaptar o assunto de sua aula aos mais diferentes níveis intelectuais e características cognitivas existentes nos alunos de sua classe;
2. Tenham o carisma necessário para conseguir convencer os alunos regulares a se integrarem e ajudarem com seus colegas especiais;
3. Estejam preparados para adaptar suas habilidades didáticas e metodológicas necessárias ao acompanhamento da aprendizagem de todos os seus alunos, sejam eles regulares ou especiais;
Tudo isso é possível, desde que tenhamos esse tipo de professor ou que os preparemos adequadamente.
Mas sei muito bem da imensa dificuldade para preparar esse professor.
Afinal, em nosso colégio, tentamos nos aproximar desse modelo ideal de aprendizagem, independentemente do tipo de aluno matriculado, e os desafios são enormes!
Cada professor tem uma visão sobre o assunto e nem todos estão dispostos a se dedicar a essa nova realidade!
Então, enquanto esse tipo de professor ainda não existe na quantidade necessária para vencer esse desafio, o que vemos nas escolas é uma INCLUSÃO ENGANADORA.
Como tem sido essa ENGANAÇÃO chamada de INCLUSÃO?
O aluno é matriculado em uma sala regular.
O professor deixa o aluno ficar na sala, mas se preocupa apenas em passar a matéria para os alunos regulares, em avaliar os alunos regulares e simplesmente despreza o aluno de inclusão.
No momento de “fechar as notas” ele simplesmente “aprova” o aluno de inclusão, com a observação e que foi aprovado por ser de inclusão.
Qual o progresso desse aluno na parte intelectual e cognitiva? Nenhum!
Qual o progresso desse aluno na parte de socialização? Nenhum!
O aluno se sentiu isolado, diferente, inferiorizado e com baixa autoestima.
Quando se coloca um professor assistente o aluno pode até conseguir algum progresso, mas ainda se sente diferente e inferiorizado perante seus colegas regulares.
Quando ele é levado a uma sala de AEE, ele pode até ter algum desenvolvimento, mas continua se sentindo diferente e inferiorizado.
Ou seja, o conceito de inclusão é excelente.
Mas a sua obrigatoriedade sem a devida preparação dos professores é absolutamente uma enganação nacional!
Qual a solução mais viável?
A solução do momento é individual! É de cada professor! É de cada um de nós!
Não adianta esperar que o sistema o prepare!
O jeito é cada um de nós assumirmos essa responsabilidade!
O estado não se interessa por isso, e se depender dele, sabemos que as soluções são as mesmas apresentadas pela OMS, ou seja, eliminar essas crianças pela liberação imediata de abortos!
Vamos, então, estudar o assunto! Procurar entender suas características e a forma de desenvolver suas habilidades e despertar seus talentos!
Analise os casos em sua turma ou em outras turmas de seu colégio!
Treine com cada aluno especial as diferentes etapas para conseguir sua aprendizagem e seu desenvolvimento intelectual, emocional e cognitivo.
Prepare suas aulas de forma a que o aluno especial tenha a mesma atenção que você dá para os alunos regulares.
Adapte seu assunto de forma a garantir que seu aluno especial entenda e se sinta produtivo.
Prepare atividades que integrem os alunos regulares com o especial, para que ele se sinta verdadeiramente incluído no grupo!
Se houver um professor assistente, combine com ele como você vai desenvolver todas essas atividades.
E registre cada pequeno progresso de seu aluno especial!
Mostre isso nas reuniões de Conselho de Classe, para que os outros professores sejam estimulados a fazer o mesmo.
Crie, experimente, saiba que se você não tentar de tudo para conseguir sucesso, ninguém vai fazer!
As pessoas estão de braços cruzados aguardando uma solução que venha de cima! Nunca virá, pode ter certeza disso, porque o único interesse dos de cima é saber de que forma poderão desviar mais verbas para seus bolsos!
Faça a sua parte e, em paralelo, contribua com sua consciência política, para mudar esse sistema que nada quer saber de educação.
Forte abraço e até o próximo encontro.

Neuropsicopedagogia: o que significa?


O neuropsicopedagogo é o profissional que reúne o conhecimento pedagógico e neuropsíquico necessários para entender a realidade neuropsíquica cognitiva do sujeito, visando:
1. Identificar as potencialidades cognitivas do sujeito, independentemente do tipo de dificuldade de aprendizagem, distúrbio, transtorno ou qualquer anomalia neuropsíquica que esteja presente.
2. Estimular o desenvolvimento dessas potencialidades, com base no conhecimento do funcionamento e programação das suas redes neurais.
3. Treinar os professores e orientar os pais no entendimento neuropsíquico cognitivo de seus alunos e filhos, visando possibilitar a verdadeira inclusão escolar e social.
4. Identificar os sintomas que dificultam o processo ensino-aprendizagem, desde os primeiros anos de vida.
5. Fazer a análise comparativa dos sintomas visando identificar os que podem ser provenientes de bloqueios emocionais e os que podem estar relacionados às anomalias comportamentais, neuróticas, neurológicas, psíquicas ou outras.
6. Encaminhar os que apresentem sintomas semelhantes aos distúrbios de comportamento, neuróticos, neurológicos ou psicogênicos para tratamento com o psicólogo infantil, psicanalista infantil, neuropediatra, psiquiatra infantil e outros.
7. Encaminhar os que apresentam distúrbios estruturais de fala, audição, visão, para tratamento com fonoaudiólogo ou exame com otorrinolaringologista, oftalmologista e outros.
A neuropsicopedagogia é, então, uma ciência transdisciplinar, reunindo conhecimentos das áreas da neurociência cognitiva, da psicologia cognitiva, da pedagogia e da psicopedagogia.
Os alicerces da prática neuropsicopedagógica são as teorias de aprendizagem e as estratégias para o ensino-aprendizagem, acrescidos do conhecimento neuropsíquico cognitivo.
As metodologias utilizadas na sua prática levam em consideração:
1. O estímulo perceptivo desde os primeiros anos de vida e até, pelo menos, os 7 anos de idade, como forma de prevenção de sintomas que possam ser confundidos com síndromes, transtornos e demais anomalias neuropsíquicas, auxiliando a formação, formatação e programação correta das redes neurais.
2. O estímulo perceptivo e intelecto-emocional de crianças e de adolescentes com sintomas de dificuldades cognitivas, visando a redução dos sintomas com base na plasticidade cerebral.
3. O estímulo perceptivo e intelecto-emocional de idosos e pessoas com necessidades especiais, com sintomas de dificuldades cognitivas, visando a reabilitação cognitiva e redução se sintomas, com base na plasticidade cerebral.
A atuação do neuropsicopedagogo clínico em consultórios, clínicas, postos de saúde e outros ambientes é, basicamente, compor equipes multidisciplinares que façam avaliação e intervenção em crianças e adolescentes com dificuldades cognitivas.
Em 2014 foi fundada a Sociedade Brasileira de Neuropsicopedagogia (SBNPp), visando implementar a divulgação, apoio e difusão das áreas compreendidas pela Neuropsicopedagogia e Neuroeducação.
O primeiro curso de neuropsicopedagogia, entretanto, foi realizado em 2008, em Jaraguá do Sul, no estado de Santa Catarina.
Em 2009 a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul criou o curso de Desenvolvimento Neuropsicopedagógico.
Cabem aos neuropsicopedagogos formados a associação aos órgãos já criados ou até a criação de suas Associações Regionais, com a finalidade de manter grupos de estudos e pesquisas neuropsicopedagógicos e transdisciplinares, visando ampliar o conhecimento, facilitar a sua atuação prática e, assim, divulgar a importância do trabalho neuropsicopedagógico nos seus diversos contextos.

IUPE Educação: Deficiência intelectual e o Complexo de Esparta


Amigos,
A guerra de informações que estamos observando sobre o ZIKA VIRUS, a MICROCEFALIA e a possibilidade de o novo vírus ter sido criado em laboratórios de engenharia genética, está desviando a atenção do público para um dos maiores crimes que os sistemas governamentais podem estar cometendo.
Não pensem que vou apresentar mais uma Teoria da Conspiração. Não é isso. Elas todas já estão aí à disposição do público.
Vou comentar sobre atitudes e declarações verdadeiras, a partir da perda total do controle dessa epidemia provocada por esse mosquito.
As consequências visíveis dessa epidemia são as anomalias cerebrais e outras doenças neurológicas, principalmente a microcefalia nas crianças recém-nascidas e a síndrome de Guillan Barret, que já matou um dos meus melhores amigos.
Sabemos que, para combater o alastramento dessa epidemia, é necessário um trabalho de pesquisa sério por parte de cientistas de todo o mundo, além de investimento pesado nas ações de combate ao elemento transmissor e, em paralelo, a produção de vacinas adequadas para a proteção da população.
Isso está sendo realizado, embora ainda modestamente, já que a maioria das populações afetadas ainda sejam aquelas consideradas como sub-povos, pelos prepotentes do Norte…
Mas as pesquisas estão sendo realizadas. Algum resultado poderá surgir em breve.
Meu objetivo, entretanto, nesse momento, é para que todos estejamos alertas para o crime que está sendo cometido pelos sistemas governamentais, e que chamo agora de COMPLEXO DE ESPARTA.
O que me levou a falar sobre isso foi a recomendação da O.M.S. para que os governos autorizem o aborto nos casos de detecção da microcefalia no feto.
Ou seja: Enquanto não descobrimos a forma de evitar a microcefalia, vamos eliminar todas as crianças que nascerem com essa deficiência cerebral, exatamente como faziam os gregos espartanos, para que seus jovens fossem perfeitos fisicamente e mentalmente, para se juntarem aos seus exércitos.
Assim teremos um povo forte, saudável, e sem as despesas necessárias para a manutenção de um incapaz.
Esse é o crime que estou apontando agora!
Esse crime, em parte, já está sendo cometido até por nós mesmos, não por matarmos essas crianças, mas por abandoná-las à sua própria sorte, como se não tivessem o direito de participar do mesmo mundo que nós!
As crianças com microcefalia já existem entre nós. O número delas vai aumentar consideravelmente em alguns anos. Mas já temos, entre nós, as crianças com paralisia cerebral parcial ou plena, alguma progressivas e outras não progressivas, e que estão sendo apenas “toleradas” por pais, familiares, professores, cuidadores e até terapeutas.
Tenho dedicado parte de meu tempo ao acompanhamento de diversos desses casos, e vejo que é difícil convencer até seus próprios pais, de que essas crianças pensam normalmente, raciocinam normalmente, e são capazes de ver o mundo como qualquer um de nós.
Seus cérebros são limitados devido a uma série de deficiências que ainda estão sendo estudadas pelos neurocientistas.
E essa limitação faz com que suas redes neurais se dediquem ao que é mais importante, que é o pensamento e o entendimento de mundo.
Não sobram redes neurais suficientes para o comando motor (por isso a paralisia do corpo), nem para o comando da área de BROCA (por isso a impossibilidade ou grande dificuldade para falar).
A sociedade não entende, e não quer aceitar, uma pessoa que não responde, que não interage e que, principalmente, não dá retorno às nossas expectativas, ou seja, pessoas que não nos agradecem!
E nós, elementos sociais ditos normais, só damos importância a quem nos dá importância, a quem tem capacidade para reconhecer nossas ações, mesmo que sejam ações que fingimos que sejam ações filantrópicas e sem exigir retorno algum. Pura utopia. Somos egoístas e egocêntricos!
Se você acha que eu estou exagerando, procure se aproximar de alguém com semiparalisia orofacial e com dificuldade de locomoção, e que esteja em um ambiente público.
Observe o que fazem as pessoas que são abordadas por ela.
A maioria as ignora e a consideram uma pessoa sem capacidade de pensar.
Então vamos perceber que o COMPLEXO DE ESPARTA pode estar nos dominando também, mesmo que não concordemos em assassinar crianças que venham a ser uma dessas paralíticas cerebrais ou microcéfalas.
Qual nosso papel nisso tudo?
Exigir que o poder público tome providências corretas em relação aos investimentos em todas essas pesquisas científicas, sempre visando o combate ao mal e a proteção da população.
Exigir o apoio do poder público a todas essas crianças, principalmente na preparação de seus familiares, seus professores e seus cuidadores na forma correta de acompanha-los e desenvolvê-los intelectualmente.
Exigir de nós mesmos as atitudes da verdadeira inclusão, que começam com o entendimento das suas dificuldades, a identificação de suas habilidades, a compreensão e o reconhecimento de sua inteligência, principalmente nos casos de dificuldade de fala e dificuldade de movimentos.
Entendido o nosso papel de forma ampla, vamos à prática dessa atitude pontual:
Parte 1: AMOR
Não se aproxime de nenhuma criança com essas anomalias sem, antes, ter certeza de que está conseguindo gostar dela de verdade.
Olhe-a uma, duas, três vezes, mas procure olhar a beleza interior da mente dessa criança, até que desapareça, em você, qualquer sinal de rejeição.
Parte 2: INTELIGÊNCIA
Reconhecer que ela pensa, observa, analisa e tenta compreender o mundo à sua volta, da mesma forma que você, mas só não consegue se fazer entender, por não ter como se expressar.
Observando seu olhar com muito amor e com muita paciência e dedicação, você perceberá, aos poucos, as suas reações e dará a ela a satisfação de se sentir viva e se sentir alguém.
Parte 3: COMUNICAÇÃO
Entender que qualquer sinal de irritação ou agressividade é fruto da dificuldade de se fazer entender.
A ansiedade e a angústia dessas crianças aparecem quando elas percebem que ninguém tem paciência para tentar entender o que ela quer dizer.
Novos sinais:
Todos os meus amigos, colegas de pesquisas e alunos sabem que existe uma real possibilidade de que todas essas pessoas venham a poder se comunicar em breve.
Falo dos estudos sendo realizados por Philip Low, nos Estados Unidos, que visam captar as ondas que representam os sinais cerebrais de elaboração da fala, transformando-os em sinais digitais e inserindo-os em um sistema cibernético.
Mas enquanto tais pesquisas ainda estão em andamento, vamos continuar nosso trabalho, procurando entender muito bem as três etapas que acabamos de descrever.
Com essas três etapas bem entendidas poderemos transformar a vida das crianças com as mais diversas formas de paralisias cerebrais, inclusive as com microcefalia, dando a elas a oportunidade de se sentirem parte da sociedade e não mais excluídas do convívio social.
O que precisamos, SIM, EXCLUIR de nossa sociedade é o terrível COMPLEXO DE ESPARTA.

IUPE Educação: Autismo – caminhos para o seu entendimento

Introdução

Amigos,

Nossa conversa de hoje é, novamente, sobre o TEA (Transtorno de Espectro Autista).

Autismo – caminhos para o seu entendimento

1-Causas – Vamos ver, primeiro, algumas causas já comprovadas para o surgimento do autismo.

2-Características – Em seguida vamos analisar alguns aspectos que devem ser observados para o entendimento da criança autista e para o seu acompanhamento.

3-Cura – Vamos ver os caminhos que os pesquisadores estão seguindo para encontrar a sua cura e quais as perspectivas para que isso dê certo.

4-Medicamentos inadequados – Vamos ver também a razão pela qual muitos médicos continuam prescrevendo medicamentos recomendados para patologias psicogênicas, baseando-se na semelhança de alguns dos seus sintomas com sintomas psiquiátricos, mesmo sabendo que ainda não existe medicamento para o autista.

5-Tratamento biomédico do autismo – Vamos ver o que existe de seguro para a redução dos sintomas e permitir o desenvolvimento intelectual e emocional do autista visando a sua autossuficiência, enquanto não surge a cura definitiva sem efeitos colaterais graves.

Começamos, então, pelas causas:

1-Causas do autismo

O que as pesquisas mostram hoje é que, além das causas genéticas e metabólicas, diversos fatores contribuem para o seu surgimento ou para o agravamento de seus sintomas, que são:

a-Intoxicação por metais pesados

O Timerosal, um conservante utilizado em algumas vacinas, é considerado o maior vilão, nesse caso.

A indústria farmacêutica investe milhões de dólares em reportagens e artigos contestando tais estudos, além de boicotar as pesquisas nesse sentido.

Quem estiver ligado nos noticiários perceberá que alguns assassinatos estranhos foram cometidos exatamente com cientistas que procuravam mostrar o perigo desses conservantes nas vacinas.

Esse nosso artigo mesmo, se houver aumento considerável no número de acessos, vai gerar comentários “pagos” tentando mostrar ao público que tudo o que eu estou dizendo é mentira ou falta total de conhecimento do assunto. A conclusão fica com vocês.

Solução:

Insistir para que a indústria farmacêutica, mesmo que isso reduza seus lucros atuais, invista da substituição dos atuais conservantes, por produtos mais seguros e que, comprovadamente, não sejam mais uma causa para o surgimento, nem para o agravamento, dos sintomas desse e de outros transtornos cerebrais e psíquicos.

b-Intolerância alimentar (ou alergia alimentar)

Existe uma permeabilidade muito acentuada na mucosa intestinal dos autistas. Essa permeabilidade abre caminho para a passagem de macromoléculas de origem proteicas para a corrente sanguínea que, em seguida, alcançam o cérebro.

Chegando ao cérebro elas podem provocar o aparecimento do transtorno ou aumentar a intensidade dos seus sintomas.

Solução:

Fazer um exame rigoroso de intolerância alimentar para, em seguida, seguir uma dieta rigorosa, retirando os alimentos mais perigosos para a geração dessas proteínas.

Normalmente os alimentos mais prejudiciais são: Leveduras, açucar refinado, refrigerantes, alcool, corantes, conservantes, glúten, caseína, soja e lactose.

c-Antibiótico oral

A flora intestinal é composta de uma infinidade de bactérias de diversas famílias. Todas parecem ser necessárias, embora ainda haja dúvidas em relação a algumas dessas famílias, como por exemplo, a do Clostridium.

Quando a flora está equilibrada, as macromoléculas de origem proteica que surgem durante o processo de digestão alimentar são trituradas por elas e eliminadas, não alcançando a corrente sanguínea e assim não trazendo qualquer prejuízo ao cérebro.

Mas quando há uma eliminação de bactérias da flora, como por exemplo, após o uso de antibiótico oral, como a AMOXICILINA, esse trabalho das bactérias não ocorre e a absorção dessas proteínas acaba ocorrendo, e isso pode causar danos ao cérebro.

Para piorar ainda mais, o antibiótico oral elimina todas as bactérias, menos a pior delas, as da família do Clostridium.

Essa família tem sido apontada em diversas pesquisas como geradora de um elemento semelhante ao ácido propiônico, que também é extremamente prejudicial ao cérebro do autista.

Solução:

Evitar dar qualquer tipo de antibiótico oral para as crianças, a menos que seu organismo seja preparado antes e durante o tratamento, com doses adequadas de probióticos, sempre seguindo a recomendação de um nutricionista.

d-Nutrição inadequada

Há estudos mostrando a possibilidade de que os genes provocadores do autismo possam ter sido “ligados” devido a falta de vitaminas durante a gestação, principalmente a falta do Complexo B.

Solução:

Durante a gestação seguir uma dieta bem elaborada por uma nutricionista.

e-Infecção pela cândida – Candidíase

Esse fungo, conhecido como Cândida, é uma espécie de levedura, e é encontrado no trato digestivo de todos nós.

As demais bactérias existentes na flora intestinal limitam o crescimento da cândida, evitando que seus efeitos sejam prejudiciais ao organismo.

Mas se essas outras bactérias tiverem sido eliminadas pelos antibióticos orais, a cândida cresce e provoca aumento em todos os sintomas dos autistas.

Solução:

Dieta pobre em alimento para o fungo (que são os açúcares, leveduras, gluten e caseína), ingestão de probióticos e tratamento com o antifúngico apropriado, prescrito pelo médico.

É bom saber que esse tratamento com o antifúngico pode apresentar piora comportamental do autista, mas só no início, porque a cândida, ao ser destruída, se espalha pelo organismo, demorando um pouco a ser excretada. Mas ao ser excretada a melhora começa a ser percebida.

2-Características do autista

Pais e professores devem saber que, para acompanhar um autista precisamos, antes de qualquer coisa, gostar dele de verdade, e desejar, sinceramente, que ele se desenvolva e alcance a sua autosuficiência!

Tendo certeza de que essa condição do “gostar de verdade” está satisfeita, vamos entender que, além dos problemas orgânicos provenientes das diversas causas conhecidas, os gritos, os berros, o isolamento e alguns outros comportamentos, podem estar sendo aumentados, devido a dores mentais provenientes de uma hipersensibilidade auditiva, ou devido a dores emocionais, devido a sofrer violência simbólica, ou até real, desde que se percebeu diferente dos outros.

A partir desse entendimento existe a necessidade de “entrar” em seu “universo particular”, para que ele se sinta à vontade e confiante nesse relacionamento afetivo.

Depois de sermos “aceitos” em seu “universo particular” vamos observar, estimular e reconhecer, todas as suas habilidades, por menores e menos importantes que elas possam parecer.

Ao descobrirmos, estimularmos e desenvolvermos cada uma de suas habilidades, as características principais desse autista deixarão de ser as anomalias comportamentais, e passarão a ser as suas habilidades.

Aos poucos veremos que até os sintomas serão reduzidos, já que a elevação da sua autoestima servirá como um dos elementos para sua cura.

3-Cura do autismo

O que temos hoje, em relação à cura do autismo:

Existem, hoje, diversos caminhos sendo trilhados para a cura do autismo, mas nenhum deles apresentou resultados eficazes que possam ser considerados definitivos e sem efeitos colaterais.

a-Eliminação do Clostridium

Uma experiência realizada com um adolescente visava a eliminação das bactérias da família do clostridium, utilizando um antibiótico desenvolvido para essa finalidade.

Os resultados, durante o tratamento, foram excelentes. O adolescente passou a ter uma vida normal, sem qualquer sintoma do transtorno.

Foi verificado, entretanto, que as cepas da bactéria não eram eliminadas, significando que, ao cessar o uso do antibiótico, as bactérias se reproduziriam novamente.

Como o uso do medicamento teria que ser limitado a um período, o transtorno voltou a existir logo após o término desse tratamento.

O adolescente voltou a apresentar os sintomas e foi decidido que o tratamento passaria a ser, a partir dali, apenas o biomédico, por meio de dietas e consumo de probióticos.

Esse processo ainda está em estudo, visando a eliminação das cepas dessas bactérias.

b-Síndrome de Rett

Desde 2010, por exemplo, O Dr Alisson, da Universidade da Califórnia, chegou a um excelente resultado para a cura da Síndrome de Rett, que é uma das formas mais agressivas do transtorno, mas os efeitos colaterais do tratamento ainda são mais severos ainda do que os sintomas do transtorno.

Seus estudos, pelo menos, abriram caminho para a continuidade dessas pesquisas.

c-Substituição da flora intestinal

Outro estudo analisa a possibilidade da substituição integral da flora intestinal como procedimento estabilizador do processo de controle e eliminação das macromoléculas proteicas.

Não temos notícias de como andam essas pesquisas.

d-O Projeto EPIGENOMA

Epigenoma é a ciência que estuda o “ligar” e “desligar” dos genes que trazem as características genéticas das doenças, síndromes e transtornos.

Nessa linha de pesquisa há estudos, sendo realizados por um grupo de cientistas da USP, que mostram a existência de uma relação entre uma deficiência no gene TRPC6 e o funcionamento alterado de algumas redes neurais.

Esse mal funcionamento é o existente em alguns tipos de autismo.

Eles perceberam que a substância hiperflorina, presente na conhecida erva-de-são-joão pode recuperar o seu funcionamento normal.

A experiência foi realizada com um camundongo e deu resultado positivo.

O grupo sabe, entretanto, que isso não significa que o mesmo efeito ocorrerá com seres humanos, mas já é um caminho promissor.

A responsável por esse estudo, na USP é a Doutora Karina Griesi-Oliveira, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

4-Medicamentos inadequados

Ainda não existe, então, qualquer medicamento para a cura do autismo, muito embora estejamos percebendo que autistas estão sendo tratados com medicamentos para a redução do sintomas que se assemelham a patologias neuropsíquicas.

Todos esses medicamentos trazem efeitos colaterais e, por isso mesmo, só deveriam estar sendo prescritos para as pessoas com tais patologias.

Para o autista os efeitos positivos podem ser apenas passageiros e os efeitos colaterais poderão prejudicar o seu desenvolvimento cognitivo e emocional.

Mas como tais remédios, mesmo não recomendados para o autismo, reduzem alguns de seus sintomas, principalmente a agressividade e a impulsividade, pais e professores quase que exigem a sua utilização.

Infelizmente as pessoas parecem não ter mais paciência para se dedicar ao entendimento da criança e preferem que medicamentos resolvam o problema instantaneamente.

Mas enquanto a ciência não encontra a solução existe todo um trabalho biomédico, com resultados bastante satisfatórios, sem utilizar qualquer tipo de medicamento.

Mas, exatamente por não utilizar nenhum medicamento e, consequentemente, não dar lucro a nenhum laboratório farmacêutico, tal tratamento é combatido insistentemente, pela mídia em geral.

Vamos a ele?

5-Tratamento biomédico do autismo

Todos nós sabemos que o que comemos e bebemos interfere diretamente em nosso organismo e define a nossa saúde.

Esse tratamento se baseia exatamente nisso.

Analisa quais os tipos de alimentos que trazem consequências negativas ao organismo, que é o exame de intolerância alimentar e, a partir desses resultados, um nutricionista elabora uma dieta apropriada.

Como dissemos anteriormente, a base dessa dieta é a eliminação do glúten, da caseína, das leveduras, do açucar refinado, dos refrigerantes, dos corantes, dos conservantes de alimentos e do alcool.

E nessa dieta é incluído o consumo de probióticos, para equilibrar a flora intestinal.

Todos os autistas que estamos acompanhando, e cujos pais resolveram adotar esse tratamento, tiveram uma acentuada redução em todos os seus sintomas.

Um dos médicos responsáveis por esse tratamento é o Dr William Shaw, e que, por não recomendar qualquer medicamento, tem seus estudos contestados pelas grandes indústrias farmacêuticas.

Infelizmente isso é verdade. Quem tiver algum parente, ou amigo, que trabalhe como representante de medicamentos, sabe perfeitamente do que eu estou falando.

Dúvidas, sugestões, questionamentos?

Escreva para mim:

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Entrando em nosso portal a lista de artigos e a de vídeos pode ser acessada clicando-se em artigos ou vídeos no menu à esquerda.

Forte abraço.

Até nosso próximo encontro

IUPE Educação: Dúvidas sobre inclusão – 02 – Paralisia Cerebral

IUPE Educação: Avaliação e histórico em Educação Inclusiva

Ainda há muita dúvida sobre a avaliação e documentação na educação inclusiva.

Nesse vídeo pretendo tirar algumas delas.

Entrem em contato para enviar seus comentários:

robertoandersen@gmail.com

IUPE Educação: Avaliação e histórico em Educação Inclusiva

Como avaliar e preparar boletins e históricos de alunos de inclusão em turmas regulares de nível intelectual muito acima do dele.
Como deve ser dada a aula pelo professor da turma regular.
Como o aluno deve ser acompanhado.

AVALIAÇÃO E HISTÓRICO DE ALUNOS EM INCLUSÃO

As dúvidas em inclusão são várias, entre elas:

– Toda criança pode ser incluída?

– Como escolher uma turma regular para fazer a inclusão?

– Como adequar currículo, aula e avaliações da turma regular ao nível intelectual do incluído?

– Com fazer a avaliação e como montar o histórico e o boletim?

Hoje veremos apenas a avaliação e a montagem do histórico.

Vamos, então, partir do princípio de que essa criança já está incluída em uma turma regular do 7º ano, mas seu nível intelectual é equivalente ao 2º ano.

Para vermos como será a avaliação temos que, inicialmente, saber como será, na prática, o melhor tipo de aula, para que o processo de inclusão seja verdadeiro.

O aluno terá que estar acompanhado por um professor assistente. Esse professor assistente acompanhará o desenvolvimento cognitivo desse aluno com o material didático do 2º ano, dentro de uma sala com alunos do 7º ano.

Como deve ser a aula?

Os professores da turma regular devem estar preparados para iniciar sua aula apresentando os conceitos básicos do assunto do dia, de uma tal forma que todos, independentemente de serem alunos normais ou de inclusão, possam entender o que é o assunto, qual importância dele e qual a relação do assunto com a vida dos alunos.

O professor assistente, que já deve ter em suas anotações os assuntos que cada professor apresentará em suas aulas, vai iniciar o processo de adaptação do tema ao nível do 2º ano.

Como é isso?

Digamos que esse professor é de geografia e a aula é sobre as regiões do Brasil. Então ele discorre sobre os conceitos básicos, mostra o mapa e assim que ele parte para o direcionamento do trabalho dirigido organizando os alunos normais em grupos operativos, o professor assistente começa o seu trabalho de adequação do tema ao nível de seu aluno assistido.

O aluno, assim, está certo de que está participando da aula, e está mesmo, como ocorre em todas as turmas multi-seriadas. Ou seja: o tema é o mesmo em nível de entendimento compatível com o 2º ano.

Se o nível do aluno for de Educação Infantil, por exemplo, ele coloriria o mapa das regiões do Brasil e assim por diante.

E as avaliações? Essas, que devem ser frequentes, serão realizadas por esse professor assistente, dentro do nível cognitivo do aluno.

Como oficializar as notas, médias, boletins e históricos?

Simples assim:

O aluno está cursando o 2º ano do Ensino Fundamental I, incluído numa turma regular do 7º ano do Ensino Fundamental II, seguindo recomendação do Conselho de Classe, devido, principalmente à proximidade de idade com os colegas.

A sua avaliação será, então, a do 2º ano do Ensino Fundamental I, e os boletins e histórico escolar serão preparados como aluno do 2º ano do Ensino Fundamental I, e nas observações constará que o aluno é público alvo da Educação Inclusiva, e que está incluído em turma regular do 7º ano do Ensino Fundamental II.

Nos relatórios em anexo ao histórico estarão todas as explicações e justificativas correspondentes.

No final de um ano letivo o Conselho e Classe analisará dois aspectos principais em relação aos alunos de inclusão:

– Avanço cognitivo: O Conselho decidirá, de acordo com os relatórios do professor assistente, se o aluno continuará durante algum tempo com o mesmo livro didático (do 2º ano), ou se já poderá passar para o livro do 3º ano. Isso define a sua promoção cognitiva.

– Turma de inclusão: O Conselho também decidirá, com base nas informações dos coordenadores, professor assistente e professores da turma regular, se ele continuará incluído na mesma turma, agora 8º ano, ou se passará a ser incluído na turma agora promovida ao 7º ano.

A escolha da turma de inclusão depende, basicamente, da empatia do aluno para com a turma e vice versa. O importante é que esse aluno se sinta bem com seus colegas e classe.

Alguns colégios, principalmente nos Estado Unidos, adotaram uma espécie de meia inclusão, colocando o aluno em uma sala regular pela manhã e fazendo o seu acompanhamento cognitivo à tarde.

Todos os colégios que fizeram isso e que eu tive a oportunidade de acompanhar, mostraram resultados negativos, tanto na socialização como no desenvolvimento cognitivo.

A explicação é simples:

Na sala regular ele está “sobrando”, sem nada entender! Na hora de seu desenvolvimento cognitivo sua autoestima já está tão baixa que ele resiste ao aprendizado.

Então o certo é:

Inclusão e desenvolvimento cognitivo realizado ao mesmo tempo, na mesma sala, ajudado pelo professor assistente, mas adequando os temas que estão sendo trabalhados por todos os demais alunos. Isso, sim, é inclusão!

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